ITF Portal - Banner Topo
Slot: /23408374/itf-ad-banner-topo
720x300, 728x90, 728x210, 970x250, 970x90, 1190x250
3nm
4nm
7nm
Era Angstrom
Intel
Intel 20A
Pat Gelsinger

Iniciando ‘Era Angstrom’, Intel desafia concorrentes asiáticos

“Tudo que você viu aqui hoje está sendo desenvolvido nos EUA. Somos os únicos fazendo pesquisa e desenvolvimento para a manufatura [de chips de silício] na América”, disse nesta segunda (26) o CEO da Intel, Pat Gelsinger, durante um webcast para o anúncio de novidades para os produtos da companhia. As frases revelam tanto uma […]

Publicado: 07/03/2026 às 15:25
Leitura
3 minutos
Intel Accelerated Pat Gelsinger
Construção civil — Foto: Reprodução

“Tudo que você viu aqui hoje está sendo desenvolvido nos EUA. Somos os únicos fazendo pesquisa e desenvolvimento para a manufatura [de chips de silício] na América”, disse nesta segunda (26) o CEO da Intel, Pat Gelsinger, durante um webcast para o anúncio de novidades para os produtos da companhia. As frases revelam tanto uma estratégia tecnológica, com avanços sobre as litografias de 10nm, 7nm, 4nm e até menores, mas também concorrencial – principalmente contra a taiwanesa AMD – e geopolítica.

Em termos tecnológicos, a Intel é a primeira a entrar no que chamou de “Era Angstrom” – referindo-se à unidade de medida imediatamente menor que o nanômetro, ou 10⁻¹⁰ metros. É um desafio direto aos concorrentes que ainda não anunciaram esforços em litografias menores que 2nm (ao menos não publicamente), e que nos últimos anos apareciam bem à frente da Intel no que diz respeito à arquitetura de silício.

A empresa não esconde que esses esforços são para reduzir a dependência ocidental das fábricas concentradas na Ásia, principalmente China. O problema ficou ainda mais latente com a erupção e durante a pandemia: a cadeia logística global para a fabricação e a distribuição de chips de silício prejudicada e sob controle dos chineses, que antagonizam com os norte-americanos a disputa pelo título de grande potencial global.

É claro que Gelsinger não é tão explícito. Prefere os eufemismos. “Precisamos fazer mais para conseguir uma cadeia de suprimentos balanceada no mundo”, reiterou, lembrando uma promessa já feita pelo executivo: até o fim de 2021 a Intel deve anunciar expansões na capacidade de produção – próprias e de parceiros – tanto nos EUA como na Europa. “É assim que conseguiremos um mundo mais balanceado e seguro em termos de supply chain.”

Em março Gelsinger veio a público para anunciar investimentos estimados em US$ 20 bilhões na construção de duas fábricas no estado americano do Arizona, além de um modelo reformulado de desenvolvimento e fabricação semicondutores. A estratégia – chamada de IDM 2.0 (do inglês integrated device manufacturing) – deverá ficar concentrada nas fábricas da América do Norte e Europa, e atenderá uma demanda que não deve arrefecer, segundo o CEO, mesmo com o controle da pandemia.

“Além dos US$ 20 bilhões em investimento que anunciamos no Arizona, temos US$ 3,5 bilhões no Novo México em novas tecnologias de empacotamento”, disse o executivo no começo da apresentação. “Precisamos acelerar nosso relógio de inovação.”

As tecnologias da Intel anunciadas no webcast (ver abaixo) foram desenvolvidas principalmente nas instalações americanas do Oregon e do Arizona. São inovações que contam com colaboração de um ecossistema de parceiros nos EUA e na Europa, diz a empresa, consideradas fundamentais para a fabricação de alto volume nesses territórios.

Leia o texto completo no IT Forum.

As melhores notícias de tecnologia B2B em primeira mão
Acompanhe todas as novidades diretamente na sua caixa de entrada
Imagem do ícone
Notícias
Imagem do ícone
Revistas
Imagem do ícone
Materiais
Imagem do ícone
Eventos
Imagem do ícone
Marketing
Imagem do ícone
Sustentabilidade
Autor
Notícias relacionadas