Referência em blefaroplastia – cirurgia estética destinada a remover pele das pálpebras –, o Instituto Pedro Ruiz, com sede no bairro do Brooklin, em São Paulo, adotou a solução ControleMÉDICO para aprimorar a própria gestão. O software permite agendamento de consultas, gestão de estoque, prontuário e análise financeira, entre outros recursos, e é vendido pela […]
Referência em blefaroplastia – cirurgia estética destinada a remover pele das pálpebras –, o Instituto Pedro Ruiz, com sede no bairro do Brooklin, em São Paulo, adotou a solução ControleMÉDICO para aprimorar a própria gestão. O software permite agendamento de consultas, gestão de estoque, prontuário e análise financeira, entre outros recursos, e é vendido pela Aplicativo.net no País.
A clínica realiza mais de 350 cirurgias por mês, e acumula mais de 10 mil procedimentos realizados. É dona de um método proprietário chamado “O Nascer de um Novo Olhar”. A alta demanda cirúrgica, além da operação como centro educacional, exigiram da instituição uma melhoria em sua capacidade de gestão. Além das cinco unidades espalhadas pelo Brasil, a instituição projeta chegar a 30 até 2028.
“Percebo que ainda hoje muitos gestores não sabem usar os indicadores que ela [a tecnologia] traz para crescer, portanto reforço que, para ser assertivo com dados e escolher o melhor caminho rumo à competitividade do negócio, não é só usar a tecnologia, mas sim contar com uma boa tecnologia, escolher sistemas que possam atender às reais demandas”, pondera em comunicado Rachid Diego, fundador e diretor comercial do instituto.
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Segundo ele, o ControleMédico traz recursos que tem permitido “gerir, acompanhar e controlar todas as atividades de uma clínica médica”. E que a área financeira da empresa já usou diferentes ERPs sem uma experiência tão positiva. Ele explica que o sistema vem sendo usado principalmente para potencializar as áreas de marketing e vendas, com processos de endomarketing, marketing externo, atendimento e sucesso do paciente, entre outros.
“Para vender mais, preciso ser visto por mais pessoas, porque meu faturamento é representado por aqueles que realizam uma cirurgia. O sistema me ajuda a saber quantas pessoas eu preciso atender, quantos orçamentos eu preciso entregar, quantos contratos preciso fechar, e dos fechados quantos foram indicações”, explica.
Em cerca de quatro anos de atuação, o instituto saltou de R$ 6 milhões em faturamento no primeiro ano para cerca de R$ 40 milhões em 2025.
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