ITF Portal - Banner Topo
Slot: /23408374/itf-ad-banner-topo
720x300, 728x90, 728x210, 970x250, 970x90, 1190x250

Intel e Fundação Bradesco desenvolvem ensino do futuro

Elas desenvolveram um centro de estudos aplicados de tecnologias para a formação escolar, no campus da instituição sem fins lucrativos

Publicado: 30/04/2026 às 19:29
Leitura
3 minutos
Intel e Fundação Bradesco desenvolvem ensino do futuro
Construção civil — Foto: Reprodução

A Fundação Bradesco e a Intel anunciaram um centro

de estudos aplicados de tecnologias para a formação escolar, no campus

da instituição sem fins lucrativos em Campinas, no interior de São

Paulo. A fabricante americana, que lidera com mais de 80% de

participação o mercado mundial de chips para computadores, também

firmou compromisso de treinar professores da rede pública do estado de

São Paulo na uso de computadores na sala de aula. Cerca de mil

educadores serão treinados para formarem outros professores, com o

potencial de atingir até 200 mil representantes da rede.

Segundo o presidente do conselho de administração da Intel, Craig

Barrett, os computadores já mostraram que, quando bem utilizados, podem

ser uma importante ferramenta de ensino. “Mas os professores precisam

ser treinados”, reiterou. “Não se pode negar que ter todas as

informações globais à disposição pela internet podem ajudar as

crianças.”

O objetivo do Centro de Educação Digital é que as empresas e

pedagogos possam aplicar novas tecnologias, criar metodologias de

ensino para elas, verificar seus efeitos e fazer provas de conceito.

A Fundação Bradesco já utiliza a informática em algumas de suas

salas de aulas. Foi na unidade de Campinas que se tornou a primeira

instituição a usar os notebooks educacionais Classmate, desenvolvidos

pela Intel, que estão disponíveis a todos os alunos do campus.

Recentemente, Portugal e Venezuela assinaram acordo de compra de

máquinas para equipar suas escolas públicas. O governo brasileiro

chegou a realizar licitação de compra de laptops educacionais no fim do

último ano, vencido pelo Classmate – produzido localmente pela Positivo

Informática -, mas o pregão foi cancelado e ainda não retomado. “O

Brasil é bem maior que Portugal e os gastos de levar às escolas são

grandes. Mas espero que o Brasil adote a tecnologia”, afirmou Barrett.

“Portugal está criando empregos para construir e manter os

computadores.”

Na Fundação Bradesco, há também locais equipados com lousas

eletrônicas e iluminação inteligente, ajustada para o perfil de cada

aula: luz fria para ensino de Matemática, baixa para facilitar a

memorização e similar ao de fim de tarde, em aulas que estimulam a

criatividade. Algumas tecnologias que serão testadas no centro, como a

identificação por radiofreqüência (RFID), também chegarão às salas,

segundo o gerente da área de tecnologia da Fundação Bradesco, Nivaldo

Marcusso. Por meio de etiqueta inteligente no crachá do aluno, ele será

identificado quando entrar na sala, tornando dispensável a chamada por

nome.

Entre as empresas que participam do centro está a Lego Education,

que traz ao Brasil tecnologia de robótica, como motores, que podem ser

montados em bombas d´ água, por exemplo, e controlados por laptops em

rede. Por meio deles, os alunos podem testar na prática conceitos de

Matemática.

As melhores notícias de tecnologia B2B em primeira mão
Acompanhe todas as novidades diretamente na sua caixa de entrada
Imagem do ícone
Notícias
Imagem do ícone
Revistas
Imagem do ícone
Materiais
Imagem do ícone
Eventos
Imagem do ícone
Marketing
Imagem do ícone
Sustentabilidade
Autor
Notícias relacionadas