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Ex-funcionário da Intel rouba 18 mil arquivos internos após saber de demissão

A Intel teve 18 mil arquivos internos roubados por um ex-funcionário, que atuava como engenheiro de software da empresa. Segundo informações do site The Mercury News, Jinfeng Luo trabalhava na companhia desde 2014 e, ao saber que seria demitido no começo de julho deste ano, capturou os dados. De acordo com documentos enviados pela Intel […]

Publicado: 05/03/2026 às 09:16
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A foto mostra um close-up do logotipo da Intel em destaque. O logotipo está em letras minúsculas brancas sobre um fundo preto, com iluminação azul ao redor, criando um efeito tecnológico e moderno. A imagem transmite uma estética associada à marca de tecnologia, com foco no nome “intel” centralizado e bem visível.
Construção civil — Foto: Reprodução

A Intel teve 18 mil arquivos internos roubados por um ex-funcionário, que atuava como engenheiro de software da empresa. Segundo informações do site The Mercury News, Jinfeng Luo trabalhava na companhia desde 2014 e, ao saber que seria demitido no começo de julho deste ano, capturou os dados.

De acordo com documentos enviados pela Intel ao tribunal de justiça de Washington, uma semana antes de sua saída do escritório, Luo teria tentado baixar arquivos do seu próprio computador corporativo usando um dispositivo externo de mídia, mas foi bloqueado pelos controles internos de proteção.

Dias depois, no entanto, o ex-funcionário voltou a tentar uma transferência de arquivos, desta vez usando um aparelho diferente para fazer a cópia e sendo bem sucedido. Em seus últimos dias do aviso prévio de dispensa, Luo teria baixado “quase 18 mil arquivos”, incluindo alguns que estavam marcados como “altamente secretos”.

Leia mais: “CISO moderno não só protege, mas capacita equipes”, defende Paula Yara, CISO do Grupo Ivy

Até o momento, o acusado ainda não se pronunciou, mas está sendo processado pela Intel e pode ter que pagar uma indenização de US$ 250 mil pela operação, além de ter que entregar os próprios aparelhos eletrônicos para inspeção pelas autoridades e a devolução das informações confidenciais que estiverem nos dispositivos. A empresa afirma que, após perceber o roubo, tentou contatar o ex-funcionário durante meses, não obtendo sucesso.

A Intel agora acusa Luo de não apenas roubar documentos confidenciais, mas também de possivelmente tentar comercializá-las com concorrentes ou agentes mal intencionados — o que se enquadraria também no crime de espionagem industrial.

Apesar de não detalhar o que aconteceu, é provável que o funcionário tenha sido desligado em um dos recentes cortes feitos pela Intel — em julho, até 20% dos colaboradores das fábricas foram dispensados como parte da estratégia de reestruturação interna da gigante dos chips.

*com informações do TecMundo

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