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Interesse por cursos de TI está caindo segundo Assespro

Segundo diretor da entidade, em 2005, foram 30 mil alunos formados na área, de um total de 200 mil vagas oferecidas em cursos

Publicado: 12/04/2026 às 04:42
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Interesse por cursos de TI está caindo segundo Assespro
Construção civil — Foto: Reprodução

De acordo com o diretor-superintendente da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, Software e Internet (Assespro), Júlio César Ferst, o interesse por cursos de tecnologia da informação (TI) está caindo no Brasil.

Segundo ele, em 2005, as instituições de ensino superior ofereceram 200 mil vagas em cursos de TI, mas apenas 80 mil delas foram preenchidas. Naquele mesmo ano, de acordo com o diretor, 30 mil alunos formaram-se na área.

Ferst participou do seminário “Exportação de Software e Serviços e Formação de Recursos Humanos em TI”, que aconteceu nesta terça-feira (04/11) em Brasília.

A deputada Professora Raquel Teixeira (PSDB-GO) afirmou ainda, que existem problemas de base na formação de mão-de-obra, como a deficiência no ensino e no aprendizado da própria língua portuguesa. Para ela, a solução requer ações de curto, médio e longo prazos.

Ao comentar a competitividade do Brasil no setor de software, o presidente da HSBC Global Technology Brazil, empresa brasileira que presta serviços para a rede mundial da HSBC, Jacques Depocas, fez uma comparação entre os salários dos profissionais brasileiros, chineses e indianos. Por aqui, o custo é de US$ 32,7 por ano, enquanto na China e na Índia é de US$ 17,7 mi e US$ 10,8 mil, respectivamente.  

O vice-presidente da Assespro, Rubem Delgado, no entanto, não acha que o caminho para que o Brasil ganhe espaço no mercado seja desvalorizar os técnicos nacionais. “Parece que estamos torcendo para que nosso profissional ganhe menos”, disse. Para ele, ao invés de se tomar como referência a Índia, o Brasil deveria competir com o mundo desenvolvido na elaboração de programas. “Devíamos contratar serviços baratos da Índia, agregar valor e exportar para os Estados Unidos”, sugeriu.

*com informações da Agência Câmara

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