Detalhes sobre a conta bancária e cartão de crédito são as i
De todo o universo pesquisado, 71% estão na faixa etária dos 25 e 49 anos e 64% concentrando nas cidades do eixo Rio-São Paulo e 85% dos entrevistados dizem utilizar a internet frequentemente, mesmo com receio que suas informações possam ser violadas. Somente 11% disseram não acessar a rede para transações comerciais pelo risco de privacidade e 4% disseram não ter nenhuma preocupação. “O que percebemos é que os consumidores cada vez mais querem se sentir seguros, mas não deixam de lado os benefícios da internet”, analisa Edgar D´Andrea, sócio da PwC.
Um dos aspectos que reduz a falta de confiança na rede é a falta de regulamentação clara para as transações comerciais via web. Quase 60% dos entrevistados dizem que não se sentem protegidos pelos códigos de defesa do consumidor e 41% pelas leis de proteção de dados. Em caso de problemas, como fraudes, os consumidores declaram que procurariam o órgão de defesa do consumidor (61,7%), um advogado (60,2%) e o provedor de acesso à internet (54,5%). “Isso mostra que o consumidor atrela ao provedor parte da segurança de suas compras”, diz o diretor do e-Bit, Luiz Otávio.
Na análise dos responsáveis pela pesquisa, a exigência dos consumidores em relação a privacidade está cada vez maior, o que para as organizações deve ser um grande impacto na construção das infra-estrutura de TI para segurança. “Os investimentos não páram de crescer e esse ritmo vai continuar”, acredita D´Andrea. Um destes impactos deve vir com a maior utilização da biometria, que para ser eficiente também necessitará das corporações grande capacidade de processamento e armazenamento das informações.