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Jovens brasileiros são os mais fiéis a bancos digitais na América Latina

Mais da metade (54%) dos brasileiros entre 18 e 35 anos usa um banco digital como sua principal instituição financeira, identificou pesquisa global da Mambu, empresa de tecnologia bancária na nuvem. Já os 46% restantes optam por bancos tradicionais. A fidelidade dos jovens brasileiros aos bancos digitais é, inclusive, maior que a de outros países […]

Publicado: 09/03/2026 às 21:22
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3 minutos
Construção civil — Foto: Reprodução

Mais da metade (54%) dos brasileiros entre 18 e 35 anos usa um banco digital como sua principal instituição financeira, identificou pesquisa global da Mambu, empresa de tecnologia bancária na nuvem. Já os 46% restantes optam por bancos tradicionais.

A fidelidade dos jovens brasileiros aos bancos digitais é, inclusive, maior que a de outros países latino-americanos. A grande maioria (83%) opta por instituições tradicionais, com Chile e Peru sendo os países mais fiéis a esses bancos, usados como primeira opção por 97%.

Leia também: 10 tendências que marcarão a transformação digital em 2022

A pesquisa também traz um recorte socioeconômico e indica que brasileiros de classe social mais baixa são os que mais aderiram aos bancos digitais. Entre brasileiros de nível socioeconômico (NSE) mais baixo, quase dois em cada três (61%) usam bancos digitais como sua principal instituição financeira, enquanto os outros 39% ficam nos tradicionais. No nível mais alto, o resultado é praticamente o oposto: 62% usam bancos tradicionais e 38% os digitais.

Facilidade e sem taxas

A facilidade que os bancos digitais oferecem foi apontada por 35% dos entrevistados como o principal motivo para a adoção das fintechs. Na sequência aparecem opções de ferramentas digitais (15%) e a ausência de taxas de anuidade ou manutenção (12%).

Entre os adeptos dos bancos tradicionais, o maior motivador é a necessidade de abrir uma conta para receber o salário (42%), depois a necessidade de uma conta para guardar dinheiro (13%) e a facilidade de começar a usar os serviços (12%).

“A boa oferta de serviços e produtos digitais aliados à inovação e uma boa interface e design de aplicativos mobile fez os bancos digitais caírem no gosto dos consumidores, principalmente os mais jovens”, avalia avalia Sergio Costantini, diretor-geral da Mambu no Brasil. “Para fechar esse gap, os bancos tradicionais precisam rever suas estratégias de digitalização e adotar uma mentalidade de startup, mais focada na inovação e tecnologia para melhorar os serviços e atender as necessidades em constante mudança dos clientes”, acrescenta.

Níveis mais altos de satisfação

O estudo também buscou avaliar o nível de satisfação dos brasileiros com o aplicativo de sua instituição bancária. A maior satisfação está entre os clientes de bancos digitais: 85% estão satisfeitos ou muito satisfeitos com o aplicativo, 83% com os produtos e 81% com os serviços. Nos bancos tradicionais, as porcentagens são respectivamente menores, de 71%, 56% e 70%.

Contudo, essa satisfação alta não é garantia de fidelidade. Um a cada três brasileiros dizem que consideram a possibilidade de trocar de banco. Os principais motivos seriam melhores ofertas ou taxas de outros bancos (44%) ou melhores serviços, benefícios e atendimento (13% cada).

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