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KPMG: agronegócio e manufatura estão em estágios iniciais da indústria 4.0

O grau de maturidade digital do agronegócio e manufatura no Brasil ainda segue em estágios iniciais. Pesquisa da KPMG apontou que 82% das grandes indústrias e 75% do agronegócio mantêm iniciativas relacionadas à indústria 4.0. Entretanto, entre os projetos em andamento apontados como sendo os mais relevantes pelas empresas, mais da metade deles (56% em […]

Publicado: 07/04/2026 às 11:36
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Construção civil — Foto: Reprodução

O grau de maturidade digital do agronegócio e manufatura no Brasil ainda segue em estágios iniciais. Pesquisa da KPMG apontou que 82% das grandes indústrias e 75% do agronegócio mantêm iniciativas relacionadas à indústria 4.0. Entretanto, entre os projetos em andamento apontados como sendo os mais relevantes pelas empresas, mais da metade deles (56% em manufatura e 58% em agronegócio) está em produção. Já o restante (44% em manufatura e 42% em agronegócio) ainda está no estágio inicial.

“O que chama mais a atenção não é o volume de empresas que já aplicou esse conceito na prática, mas a quantidade delas em que as iniciativas principais estão em fases experimentais e de desenvolvimento”, avalia o sócio de indústria 4.0 da KPMG, Luiz Sávio. Apesar disso, o executivo indica que o atual cenário mostra que há um grande potencial para evolução e amadurecimento nos próximos anos para os dois setores. “Os investimentos em tecnologia e automação vêm acontecendo, motivados para alcançar novos patamares de produtividade, no entanto, parecem ser iniciativas”, reforça.

Leia também – Gartner: 20% das grandes empresas utilizarão moedas digitais até 2024

Entre as principais iniciativas que são destacadas pelos dois setores em relação à indústria 4.0. estão modernização e integração de sistemas (17%), digitalização, otimização e coleta de dados (15%), logística e rastreabilidade (11%), automação e robotização (9%); sensorização e internet das coisas (8%).

No agronegócio, os entrevistados apontaram uma aceleração na expansão da conectividade no campo neste último ano, enquanto na manufatura, a capacidade de uso dos dados foi um aspecto relevante bastante comentado, sobressaindo-se inclusive ao tema de automação.

A pesquisa identificou ainda que muitas organizações estão aumentando, significativamente, a capacidade de coleta e armazenamento de dados, mas ainda buscando a melhor governança, modelo e cultura organizacional para tirar o maior valor possível, tanto do ponto de vista da melhoria da eficiência operacional, quanto do desenvolvimento de novos modelos de negócios a partir do valor dos dados.

“De forma geral, as grandes manufaturas e o agronegócio no Brasil ainda perseguem o conceito que, em nossa visão, melhor define o conceito de indústria 4.0, especialmente, pelo baixo nível de integração entre os sistemas e desafios na coleta e no tratamento de dados. Cabe ressaltar que, tanto na indústria quanto no agronegócio, o nível de adoção ou de maturidade de evolução da indústria 4.0 não necessariamente reflete a capacidade de investimento total em tecnologia e inovação de uma empresa”, finaliza Sávio, da KPMG.

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