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Leilão da 3G chega ao fim com ágio de 86%

No total, operadoras ofereceram R$ 5,3 bilhões pelos 36 lotes de freqüências; Claro, Tim e Vivo foram as que mais investiram

Publicado: 11/04/2026 às 21:46
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Leilão da 3G chega ao fim com ágio de 86%
Construção civil — Foto: Reprodução

O leilão das licenças da terceira geração da telefonia móvel levou três dias para ser concluído e recebeu propostas no total de R$ 5,33 bilhões. O ágio foi de 86,67% sobre o preço mínimo estipulado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), R$ 2,86 bilhões.

Claro, Tim e Vivo foram as empresas que mais investiram. A Claro, que adquiriu nove licenças, investimento de R$ 1,42 bilhões para conquistar a cobertura nacional.

A Tim, deixou de conquistar uma licença na região de Minas Gerais (triângulo e mais 57 municípios) e aplicará R$ 1,32 bilhões nos oito lotes que venceu.

Já a Vivo, deixou de lado os dois lotes da da banda J em Minas Gerais e fechou o leilão com sete licenças, investimento total de R$ 1,14 bilhões. As duas licenças “rejeitadas” pela Vivo foram compradas pela Telemig Celular por R$ 53,53 milhões, o que garantiu também à Vivo a cobertura nacional do 3G – a Telemig será incorporada à Vivo ainda no começo de 2008.

Para a Oi, o investimento total foi de R$ 867 milhões em cinco licenças. A operadora não conseguiu freqüências em 23 municípios do interior de São Paulo (região 9), sete municípios no interior de Goiás e do Mato Grosso do Sul (região 8), o resto do centro-oeste, os estados de Tocantins, Rondônia e Acre e a região sul. Os dois últimos, foram arrematados pela Brasil Telecom por R$ 488,2 milhões. Caso a fusão entre as duas operadoras realmente aconteça, faltarão as duas primeiras regiões para que a nova empresa tenha uma cobertura nacional de terceira geração, uma vez que a Brasil Telecom também não conseguiu freqüências.

O investimento da CTBC por três lotes foi de R$ 31,4 milhões. A Nextel, que no primeiro dia mostrou apetite feroz e empurrou o ágio às alturas não comprou nenhuma licença.

No ato de assinatura dos contratos com a Anatel, as operadoras terão que pagar 10% do valor de aquisição das licenças. O restante poderá ser dividido em até seis vezes, com carência de três anos.

Parte do dinheiro será destinado ao Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust). O restante segue para o Tesouro Nacional.

Acompanhe a análise de Luis Minoru Shibata, do Yankee Group, sobre o leilão 3G.

Veja os lances vencedores das freqüências de 3G no especial do IT Web.

 

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