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LGPD não é prioridade de profissionais jurídicos, indica pesquisa

Uma pesquisa feita pela empresa catarinense ProJuris revelou que 60% dos profissionais da área jurídica dizem não ter ou ter pouquíssimo envolvimento com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) em suas organizações. E somente 20% deles indicam a lei como tendência. É a quarta edição do estudo, chamado Censo Jurídico. Foram ouvidos […]

Publicado: 12/03/2026 às 14:10
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LGPD não é prioridade de profissionais jurídicos, indica pesquisa
Construção civil — Foto: Reprodução

Uma pesquisa feita pela empresa catarinense ProJuris revelou que 60% dos profissionais da área jurídica dizem não ter ou ter pouquíssimo envolvimento com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) em suas organizações. E somente 20% deles indicam a lei como tendência.

É a quarta edição do estudo, chamado Censo Jurídico. Foram ouvidos mais de mil profissionais de todo o Brasil, que responderam questões sobre comportamento, rotina, previsões e desafios para 2021. O estudo foi feito entre 1 e 28 de fevereiro.

“Essa [a pesquisa] é uma ferramenta importante para quem trabalha no jurídico. Com os resultados, é possível comparar a sua realidade de trabalho com a de outros profissionais do segmento”, explica Sergio Cochlea, CEO da ProJuris. “É um bom termômetro de aprendizado de mercado e análise de quais são as principais apostas e previsões da área.”

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Os profissionais ouvidos dizem que o marketing jurídico digital é uma tendência. Para a ProJuris, trata-se de um problema, uma vez que é necessário seguir as recomendações da LGPD para que iniciativas de marketing digital ocorram em conformidade.

Pandemia e tecnologia

Mais de um quarto dos participantes consideram o coronavírus o grande “vilão jurídico” de 2020, seguido pelo sistema judiciário (14%) e pela burocracia (14%). Quase metade (48%) apontaram o home office como principal mudança causada pelo vírus. Apesar disso, apenas 11% acreditam que a assinatura digital vá ser uma tendência em 2021.

Mais de 60% dos participantes dizem não usar softwares para monitorar publicações, o que indica que a forma de receber e tratar informações ainda é manual. Mais da metade (51%) dizem não utilizar tecnologia para automatizar cálculos. E apenas 3% dos escritórios participantes afirmaram ter integrações entre sistemas.

Só 11% dos advogados de departamentos jurídicos usam sistemas de Business Intelligence (BI) para tomar decisões. Mas 25% o fazem usando o Excel.

Já quando se trata de WhatsApp o uso é geral. Mesmo a nova política de privacidade que autoriza a troca de dados dos usuários do WhatsApp com o Instagram e Facebook, mais de 70% dos participantes confirmaram que vão continuar usando a ferramenta.

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