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Mercer
Trabalho híbrido
trabalho remoto
TRS

Maioria das empresas não escuta colaboradores sobre modelos de trabalho

De acordo com uma pesquisa divulgada essa semana pela Mercer – chamada Pesquisa de Remuneraçao Total (TRS) -, 59% das empresas não perguntaram aos colaboradores sobre os modelos de trabalho adotados no período após a pandemia. As decisões foram tomadas apenas pela liderança, ainda que 71% tenham afirmado que percebem que o trabalho remoto acelerou […]

Publicado: 18/03/2026 às 17:58
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Construção civil — Foto: Reprodução

De acordo com uma pesquisa divulgada essa semana pela Mercer – chamada Pesquisa de Remuneraçao Total (TRS) -, 59% das empresas não perguntaram aos colaboradores sobre os modelos de trabalho adotados no período após a pandemia. As decisões foram tomadas apenas pela liderança, ainda que 71% tenham afirmado que percebem que o trabalho remoto acelerou a transformação digital interna.

Para Antonio Salvador, líder de carreira da Mercer Brasil, esses números acendem um alerta importante. “Se as empresas não escutarem o que os colaboradores têm a dizer, a insatisfação e o turnover continuarão crescendo”, afirma o executivo. “Para que que haja uma forma de escuta estruturada, os RHs precisam desenhar jornadas e construir indicadores não apenas uma vez ao ano, para que as respostas aos anseios dos talentos sejam mais ágeis e adequadas.”

O estudo também mostra que à medida que o foco das empresas passa a ser o engajamento dos profissionais, flexibilidade se torna aspecto decisivo. Prova disso é que 83% das empresas consideram implementar o trabalho flexível em maior escala do que antes da pandemia e 94% dizem que a produtividade permaneceu a mesma ou melhorou desde que os funcionários passaram a trabalhar remotamente.

A pesquisa aponta que o turnover voltou a crescer e atingiu 10%, mesmo percentual de 2019, e diferente nos dois anos de pandemia, que registrou 7%. O nível executivo tem sido o que mais recebe notificação de demissões das empresas, chegando a 10% em 2022, ainda mais se comparado aos últimos três anos, quando a taxa era entre 4% e 5%. Os especialistas, como analista Sr., Pl e Jr. foram os níveis que mais pediram desligamento.

Os principais motivadores para o turnover foram relacionados ao salário atual ou a buscar aumento em outra empresa, com 77%. Em seguida, com 55%, aparecem motivos pessoais, depois 40% por conseguir novas oportunidades em função diferente no mesmo setor; 36% esgotamento e e/ou exaustão; e 31% pelo descontentamento das políticas de trabalho remoto e híbrido da empresa. Assim como em 2021, o gênero feminino tem saído menos da empresa e principalmente quando forma é de forma involuntária, 58% da rotatividade foi do gênero masculino

Em relação aos cargos na área de tecnologia, 70% são do gênero masculino, e a remuneração fixa cresceu 3,1pp mais que outras carreiras, considerando todos os níveis. A geração Y continua ocupando a maior parte dos cargos na área, com 59%, geração X com 28%, geração Z com 9%, e geração BB, com apenas 3%. Se comparada a 2021, a amostra de pessoas nesses cargos aumentou quase 50%.

Realizada anualmente, a TRS de 2022 contou com a participação de mais de 40 mil empresas, de mais de 140 países – sendo 862 empresas brasileiras.

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