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Biometria
Fico
fraude
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Mais de 6 milhões de brasileiros dizem ter tido identidades roubadas

Mais de 6 milhões de brasileiros afirmam ter tido suas identidades roubadas por um criminoso, revelou a “Pesquisa do Consumidor 2022 – Fraude, identidade e banco digital”, realizada pela Fico. O estudo, realizado com consumidores em 14 países, entre eles o Brasil, também aponta que 7% dos entrevistados no País acreditam que é provável que […]

Publicado: 20/03/2026 às 21:32
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3 minutos
ataque à identidade, futuro
Construção civil — Foto: Reprodução

Mais de 6 milhões de brasileiros afirmam ter tido suas identidades roubadas por um criminoso, revelou a “Pesquisa do Consumidor 2022 – Fraude, identidade e banco digital”, realizada pela Fico. O estudo, realizado com consumidores em 14 países, entre eles o Brasil, também aponta que 7% dos entrevistados no País acreditam que é provável que já tenham tido a identidade utilizada de maneira equivocada e 10% dizem que é possível.

O estudo também chama atenção para o fato de que no Brasil, dentre os países pesquisados, apenas 21% dos indivíduos relacionam a verificação de identidade para prevenção de lavagem de dinheiro e fraude. No mundo, o índice é de 40%. Em relação à última pesquisa realizada pela Fico, entretanto, os índices de abertura de contas realizadas por criminosos com identidades roubadas diminuíram.

“Em comparação a pesquisa realizada em 2021, houve uma queda de 4,4% no uso de identidades roubadas, um avanço para as instituições que, cada vez mais, utilizam da inteligência artificial e das plataformas decisionais para combater a prática. Contudo, o impacto dessas 6 milhões de vítimas para o mercado é algo ainda bastante considerável”, analisa Fabricio Ikeda, diretor global de Fraude e Compliance da área de parcerias da Fico.

Quando perguntado aos brasileiros sobre os processos das instituições financeiras para checagem de dados e combate à fraude, 74% dizem que o processo de verificação é legítimo e serve para proteger contra compras ilícitas, enquanto 70% afirmam que é para proteger as organizações. Uma pequena parcela, apenas 11%, acredita que a verificação é na verdade uma “manobra” da organização financeira para vender mais ao cliente.

Entre os métodos de autenticação mais usados pelo brasileiro está a biometria, com 48% da preferência, um índice bastante superior quando comparado ao resultado global, que registra 36% de uso. Já o reconhecimento facial e por íris estão logo atrás com 37% e 31%, respectivamente.

Na análise do estudo, os números indicam que o brasileiro é menos paciente com processos do que em outros países. 35% das pessoas entrevistadas abandonariam a abertura de conta no caso de uma verificação digital muito complexa. Nos outros países pesquisados esse índice não ultrapassa os 28%. Outros 34% afirmaram que reduziram o uso do cartão de crédito ou conta bancária devido ao processo difícil ou demorado para provar que a compra é legítima. Um ponto de atenção para o varejo brasileiro.

“Há uma maturidade clara do setor que tem acompanhado de forma bastante ágil a jornada de consumo do cliente. As tecnologias estão sendo aprimoradas para, cada vez mais, reduzir riscos ao cliente e perdas para as empresas. A fraude de biometria comportamental é um exemplo dessa evolução em que, com o uso da plataforma e do cruzamento das variáveis é possível identificar movimentos suspeitos a partir de dados e não de transações. Um caminho contínuo de aprendizado e refinamento”, finaliza Ikeda.

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