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Meego, da Nokia e Intel, abre mercado para desenvolvedores

Apesar da evolução crescente do setor de smartphones, fabricante finlandesa acredita que demanda por aparelhos simples tende a continuar

Publicado: 10/05/2026 às 17:26
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Meego, da Nokia e Intel, abre mercado para desenvolvedores
Construção civil — Foto: Reprodução

Depois de surpreender o mercado no Mobile World Congress 2010 com o lançamento da Meego, plataforma para desenvolvedores baseada em Linux e criada em parceria com a Intel, a Nokia faz um primeiro balanço dos impactos que o novo produto deve gerar no mercado. Na visão de Janne Heikkinen, diretor de Maemo da fabricante filandesa, o anúncio representa uma grande oportunidade a desenvolvedores de todo o mundo. “Ao aliar-nos com a Intel, ampliamos as possibilidades de parcerias com esse tipo de empresa, que será responsável pelas customizações necessárias aos diferentes segmentos, assim como pelos serviços de suporte”, avalia o executivo.

 

Questionado sobre se considera a plataforma Maemo superior à Symbian, o executivo respondeu que não necessariamente, já que fica a cargo do desenvolvedor escolher a que melhor se adapta às suas demandas. De acordo com ele, apesar de Maemo ser considerada a plataforma estratégica da empresa, algumas aplicações rodam melhor com a Symbian.

Ainda na opinião de Heikkinen, mesmo com a crescente adoção de aparelhos inteligentes – que será cada vez mais intensa à medida que seus preços ficam menores – sempre deve existir espaço para os equipamentos simples, já que muitas pessoas somente desejam ter um telefone.

 

Com relação às aplicações que tendem a apresentar uma expansão significativa, a Nokia aponta soluções de GPS. Neste mercado, os grandes desafios estão relacionados com consegur uma cobertura mais ampla e aprimorar a experiencia do usuário. “Nesse sentido, a inclusão de programas em 3D faz parte dos planos”, observa o diretor de navegação da empresa, Christof Hellmis.

 

Questionado sobre que melhorias o sistema da Nokia oferece comparado ao popular Google Maps, o executivo indicou a qualidade dos mapas, bem como sua escala. “O ecossistema de aplicativos de GPS nunca será único. Em outras palavras, não acho que no futuro será possível baixar todos os programas de um mesmo provedor de conteúdo. É um mercado competitivo e as empresas querem lucrar com ele”, avalia o executivo.

 

Com respeito ao mercado da América Latina, o executivo explica que há uma forte demanda, principalmente no Brasil, México e Venezuela, porém a grande dificuldade é conseguir o mapa completo desses países. “Não é uma questão de dinheiro, pois estamos dispostos a investir”, garante o executivo, lembrando que no último ano a Nokia passou a atuar em cerca de 30 novos países com sistemas de localização.

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Direto de Barcelona, o portal IT Web traz as novidades e as tendências anunciadas no Mobile World Congress 2010.

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