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smartphones

Mercado oficial de smartphones cresce 3% no Brasil; setor paralelo disparou 344%

Enquanto o mercado global de smartphones apresentou leve queda durante 2019, o setor brasileiro foi pelo caminho oposto: o mercado oficial de celulares registrou a venda de 48,6 milhões de aparelhos, alta de 3,3% em relação ao ano de 2018, de acordo com estudo divulgado pela consultoria IDC.  O levantamento detalhe que foram comercializados 45,5 […]

Publicado: 09/05/2026 às 16:38
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Construção civil — Foto: Reprodução

Enquanto o mercado global de smartphones apresentou leve queda durante 2019, o setor brasileiro foi pelo caminho oposto: o mercado oficial de celulares registrou a venda de 48,6 milhões de aparelhos, alta de 3,3% em relação ao ano de 2018, de acordo com estudo divulgado pela consultoria IDC

O levantamento detalhe que foram comercializados 45,5 milhões de smartphones e 3,1 milhões de feature phones, respectivamente 2,2% e 23,5% a mais do que em 2018. A receita também cresceu 5,6% em comparação a 2018 e foi de R$ 56,7 bilhões, sendo R$ 56,3 bilhões pela venda de smartphones e R$ 376,8 milhões de feature phones. 

Quando se fala sobre os tipos de aparelhos comercializados dentro do país, os smartphones intermediários de entrada, que custam entre R$ 700 e R$ 1099, foram os mais vendidos em 2019, com 22,1 milhões de unidades comercializadas, um aumento de 33% na comparação com 2018. Os smartphones super premium, acima de R$3000, também se destacaram e tiveram a segunda maior alta em 2019, de 17,2%, com 3,0 milhões de unidades vendidas. 

“O ano de 2019 foi marcado pela chegada de novas marcas no mercado brasileiro e pelo lançamento – também por parte de players já consolidados no país – de aparelhos inovadores, com especificações melhoradas e modelos mais sofisticados. Ou seja, produtos que chamaram a atenção do consumidor final, que, em média, já está no seu 4° ou 5° smartphone”, afirma Renato Meireles, analista de mercado em Mobile Phones & Devices da IDC Brasil.  

Já sobre a alta nas vendas de feature phones, o analista da IDC Brasil atribui ao conjunto necessidade, preço e confiança. “Em muitas regiões o celular ainda é usado basicamente para fazer e receber ligações, função que o aparelho básico dá conta. Além disso, até o terceiro trimestre de 2019, o consumidor não estava tão confiante e buscou feature phones porque são bem mais baratos”, explica Meireles. 

O mercado cinza, composto pela compra de aparelhos que não possuem marcas representantes no Brasil, foi destaque pelo seu crescimento bastante significativo: vendeu 3,8 milhões de smartphones, alta de 344%, e 677,8 mil feature phones, queda de 42,3% na comparação com 2018. 

“Até o momento, a previsão é de que o mercado de smartphones chegue ao final de 2020 com alta de 2%, considerando os índices de confiança do consumidor e do investidor, o PIB e as reformas administrativa e tributária que estão por vir e são positivas. Para o mercado de feature phones, a previsão é de queda de 3,5%. O mercado ilegal deve registrar queda de 39%, resultado das ações feitas ao longo do ano. No entanto, a oscilação do dólar e o surto de coronavírus podem impactar diretamente nos resultados previstos”, finaliza o analista da IDC Brasil, Renato Meireles. 

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