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Ex-diretora da Meta denuncia cultura de abuso e discriminação contra mulheres na empresa

Ex-diretora de marketing de produtos da Meta, Kelly Stonelake denunciou, nesta semana, uma cultura de silenciamento e discriminação contra mulheres na companhia de Mark Zuckerberg. Na última segunda-feira (03), a ex-funcionária entrou com uma ação contra a gigante de tecnologia, alegando discriminação e assédio contra mulheres. O caso foi reportado pela Business Insider. Em uma […]

Publicado: 10/04/2026 às 16:16
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Mark Zuckerberg, CEO da Meta, durante anúncio de medidas como o fim da moderação de conteúdo em suas redes (meta, rede social)
Construção civil — Foto: Reprodução

Ex-diretora de marketing de produtos da Meta, Kelly Stonelake denunciou, nesta semana, uma cultura de silenciamento e discriminação contra mulheres na companhia de Mark Zuckerberg.

Na última segunda-feira (03), a ex-funcionária entrou com uma ação contra a gigante de tecnologia, alegando discriminação e assédio contra mulheres. O caso foi reportado pela Business Insider.

Em uma série de publicações em um blog pessoal e em sua página no LinkedIn, a executiva mencionou Mark Zuckerberg nominalmente e criticou sua decisão de encerrar o programa interno de diversidade e inclusão da empresa.

Kelly ingressou na companhia em 2009. No processo, ela afirma ter perdido o emprego em 2024, após um período de licença médica. Também relata ter sido vítima de assédio sexual dentro da empresa e de abuso sexual por parte de seu ex-chefe no Facebook.

Leia mais: “Autorregulação” das big techs: o risco para a privacidade digital

Ela alega ainda que, dentro da organização do Horizon Worlds, jogo de realidade virtual do óculos Quest, da Meta, a discriminação contra funcionárias era abertamente permitida. Em 2022, um grupo de mulheres denunciou o ambiente inseguro em que trabalhavam, mas suas queixas foram ignoradas pela liderança da unidade, composta exclusivamente por homens.

A ex-diretora também criticou a declaração de Zuckerberg sobre a necessidade de mais “energia masculina” na Meta, feita durante uma participação no podcast de Joe Rogan. O comentário foi feito junto à mudança de estratégia da empresa no início deste ano, após a decisão do CEO de encerrar o programa de checagem de fatos do Facebook, Instagram e Threads.

“Onde Mark Zuckerberg discursa sobre as empresas precisarem ser mais masculinas, onde ele desmantela ativamente suas equipes de DEI e onde ele encobre salvaguardas, meu caso demonstra algo inegável: ambientes tóxicos e discriminatórios não são apenas errados, eles são anti-inovação. Odiar mulheres prejudica a todos”, afirmou.

*Com informações de Business Insider

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