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Metade das empresas usa nuvem para promover transformação dos negócios

Embora as organizações planejem migrar mais de dois terços de suas cargas de trabalho para a nuvem ao longo dos próximos três a cinco anos, apenas metade está usando todo o potencial oferecido pela cloud para transformar os negócios, realizar atividades mais complexas e modernizar aplicativos. Esta é a conclusão de um estudo divulgado nesta […]

Publicado: 03/04/2026 às 23:55
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4 minutos
nuvem
Construção civil — Foto: Reprodução

Embora as organizações planejem migrar mais de dois terços de suas cargas de trabalho para a nuvem ao longo dos próximos três a cinco anos, apenas metade está usando todo o potencial oferecido pela cloud para transformar os negócios, realizar atividades mais complexas e modernizar aplicativos. Esta é a conclusão de um estudo divulgado nesta quinta-feira (22) pela Accenture.

Baseado em entrevistas com 4 mil executivos do C-level de diversas áreas e realizadas em 25 países e 16 setores, o levantamento destaca que a maioria das empresas mantém um “olhar limitante” para a nuvem como um destino único e estático, o que acaba por reduzir seu potencial a um data center mais barato e eficiente. A pesquisa foi realizada entre o fim de 2020 e início de 2021.

Menos de 15% dos entrevistados afirmam aplicar a experiência adquirida com nuvem pública para seus centros de dados e locais na borda com objetivo de transformar suas operações. Essas empresas, chamadas de “competidores”, saem na frente da concorrência graças ao alto engajamento contínuo na nuvem. Entre elas, a Accenture cita como exemplo a cerveja dinamarquesa Calrsberg, que reduziu o tempo de lançamento de iniciativas e campanhas de meses para horas.

Leia mais: Com demanda alta, profissionais de TI escolhem vagas pelo salário

Segundo o mapeamento, a maioria das organizações, faz uso de algum tipo de combinação entre nuvem pública, privada e a borda, no entanto, com baixo nível de integração. “O que acontece nesses casos é que a inovação, os dados e as melhores práticas obtidas em uma área da organização acabam não beneficiando as demais, o que inibe a realização de valor”, avalia Karthik Narain, líder global da Accenture Cloud First.

Na contramão, este pequeno grupo de companhias vem explorando o potencial máximo da nuvem. Para esses líderes, a cloud é vista como uma extensão de tecnologias que abrange diferentes locais e tipos de propriedade, com suporte dinâmico de 5G em nuvem e redes definidas por software, oferecendo suporte às necessidades dinâmicas de seus negócios, explicou.

Competidores

Narain lembra que a competitividade de uma empresa nos próximos anos depende da escolha do tipo certo de nuvem para os aplicativos e serviços mais adequados a cada negócio. “O uso de estratégias cloud-first permite que as empresas ofereçam experiências cada vez melhores aos seus clientes, além de processos mais inteligentes e produtos mais sustentáveis”.

Em comum, companhias “competidoras”, cujos esforços de nuvem vão além da migração visando a economia de custos e eficiência, apresentam o dobro ou o triplo de chances de inovar, automatizar e remodelar seus processos.

Elas ainda obtém uma redução de custos 1,2 vez (na América do Norte) e 2,7 vezes (na Europa) maior do que as empresas focadas somente na migração de dados. Também buscam atingir mais metas operacionais e financeiras, incluindo até 50% mais iniciativas de negócios, como aumento de clientes e entrada no mercado mais rápido em comparação aos seus pares.

Por fim, esse grupo tem até três vezes mais chances de usar a nuvem para pelo menos duas metas de sustentabilidade, como fontes de energia verdes, diminuição do consumo de energia e uso de servidores mais eficientes e que gastam menos energia.

Abordagens

Com objetivo de guiar as empresas em direção a uma abordagem aplicada pelos “competidores” contínuos na nuvem, a Accenture recomenda quatro passos:

  • Defina o ponto de chegada por meio do estabelecimento de uma estratégica clara com valores centrais e aspirações futuras, identificando as vulnerabilidades competitivas e classificando as capacidades relativas ao cenário atual da companhia e aspirações.
  • Implemente práticas na nuvem que suportem e aumentem as tecnologias existentes. Isso implica na adoção de práticas ágeis, fundamentais para o desenvolvimento de aplicativos cloud-first, transformação de talentos, TI e consciência de computação, entre outras áreas.
  • Priorize investimentos em experiência. Isso é possível ao combinar o design centrado em pessoas com tecnologias cloud-based (como a computação na borda) para repensar a experiência e aproximá-la dos seus clientes, parceiros e funcionários.
  • A liderança deve estabelecer objetivos de negócios, definir níveis de risco apropriados e promover uma cultura de agilidade e crescimento contínua. Aqui, a cultura “all-hands” é indispensável: todos precisam estar a par do potencial de melhoria contínua e das melhores práticas da nuvem.
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