A forte influência do digital no nosso comportamento de consumo tem provocado disrupções até mesmo em indústrias tradicionais. Na área da Construção Civil não tem sido diferente. “Se alguém for uberizar o nosso setor, que seja a gente”, diz Reinaldo Sima, diretor de TI da MRV Engenharia, parafraseando as lideranças executivas da família Menin, que […]
A forte influência do digital no nosso comportamento de consumo tem provocado disrupções até mesmo em indústrias tradicionais. Na área da Construção Civil não tem sido diferente. “Se alguém for uberizar o nosso setor, que seja a gente”, diz Reinaldo Sima, diretor de TI da MRV Engenharia, parafraseando as lideranças executivas da família Menin, que há cerca de quatro anos definiram o tom do que seria o início de uma revolucionária transformação digital para a MRV. O projeto Plataforma Habitacional Digital da MRV rendeu à Sima o prêmio “As 100 Mais Inovadoras no Uso de TI 2020”, realizado pela IT Mídia em parceria com a PwC, na Categoria Indústria da Engenharia e Construção.
“Há uma mudança no perfil do consumidor. É um consumidor que contesta muito a propriedade versos o uso. E a gente percebe várias empresas trocando a questão da propriedade pelo uso do produto”, explicou Sima. “O cliente está muito interessado em ter uma experiência bacana ao invés de uma escritura e, isso, com as novas gerações ficou bastante claro para a gente por volta de 2016”, lembrou Sima que está na MRV há 11 anos. Como reflexo desse movimento, a maior incorporadora do País tem apostado também no negócio de locação de imóveis residenciais por meio da plataforma Luggo.
Sob uma visão orientada pela experiência do cliente em vias digitais, o papel da MRV passa a extrapolar uma relação que, antes, tendia a se encerrar no momento em que um corretor entregasse as chaves de um apartamento. No setor de construção civil, explicou Sima, há uma frase corriqueira que serve para definir a relação com clientes que é o “desligamento do cliente”. Entretanto, com novas experiências agregadas em uma plataforma digital a jornada e o relacionamento com o cliente, agora, não precisam acabar. “É uma relação que deixa de ser passiva. Se a gente passa a estender essa convivência, passa a oferecer uma experiência sobre o produto, o cliente fica, então, mais feliz com a MRV, o que diminui atritos e melhora o engajamento”, destacou o executivo.
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