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MVNOs latino-americanas devem movimentar US$ 1 bilhão até 2015

Brasil apresenta barreiras legais e restrições para empresas estrangeiras que desejam atuar na área de telecom

Publicado: 11/05/2026 às 23:40
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MVNOs latino-americanas devem movimentar US$ 1 bilhão até 2015
Construção civil — Foto: Reprodução

Operadoras móveis virtuais (MVNOs) da América Latina tendem a gerar US$ 1 bilhão até 2015, nas previsões de Dario Fainguersch, vice-presidente da Telefónica Móvel e diretor da Movicom. Em palestra realizada no MVNO Summit em Barcelona, o executivo apontou os mercados do Brasil, Argentina, Chile e México como os mais promissores na região. “No Brasil, devem predominar empresas que atuem como MVNOs completas”, estima o executivo.

Ele lembra que a Anatel determinou a existência de dois tipos de empresas. O primeiro, chamado de credenciados de redes virtuais, inclui as categorias de revenda e revenda de marca, enquanto o segundo, denominado autorizado de rede virtual, abrange provedores de serviços e full MVNOs. Até 2014, Fainguersch projeta que o Brasil deve gerar negócios da ordem de US$ 500 milhões.

O executivo contabiliza cerca de 500 milhões de pessoas nas Américas Central e do Sul, sendo que na primeira a penetração dos celulares é de 75% e na segunda de 85,4%. O índice relativo aos Estados Unidos atinge 85,4%. No México, a única MVNO em funcionamento desde 2008 é a Maxcom, enquanto há a Telsur no Chile desde o mesmo ano, mas que ainda não está operativa. Já a Colômbia conta com a revenda de serviços de dado Une, enquanto o Brasil espera a regulamentação final da Anatel, prevista para o terceiro trimestre deste ano.

Ha fatores, no entanto, que tendem a reduzir o otimismo do mercado nacional, na visão de John Strand, CEO da Strand Consult, consultoria da Dinamarca. “Muita gente alarma sobre a capacidade de negócios do Brasil, mas eu aviso que é melhor ir com calma, pois o país apresenta muita burocracia legal e restrições para companhias estrangeiras que desejam atuar com telecomunicações”, garante o executivo, que continua: “Já estive mais de 60 vezes no Brasil para assessorar empresas locais e sei que o processo para iniciar operações é caríssimo, tão caro como abrir uma companhia em Londres”, compara Strand.

Leia mais:

Confira o especial de reportagens sobre as operadoras móveis virtuais (MVNOs), que retrata as movimentações no Brasil para a regulamentação deste serviço e mostra o que países europeus estão fazendo.

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