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Nokia Siemens terá centro de operações no Brasil

Instalado em São Paulo, local receberá 15 milhões de euros em investimentos e contratará 300 pessoas

Publicado: 22/05/2026 às 04:56
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Nokia Siemens terá centro de operações no Brasil
Construção civil — Foto: Reprodução

O Brasil realmente está no centro da estratégia de muitas multinacionais da área de tecnologia. Depois de a SAP anunciar um laboratório de co-inovação instalado na capital paulista, a Nokia Siemens Networks afirma que terá, a partir de São Paulo, um centro global de operações de rede (GNOC, da sigla em inglês). A fabricante investirá 15 milhões de euros na iniciativa que deve iniciar os trabalhos em janeiro de 2011 e contratará 300 pessoas para tocar as operações. Trata-se do quinto centro desse tipo no mundo e servirá para atender a crescente base de operadoras que buscam terceirizar operações de rede.

De acordo com Hermes Figueroa, líder de vendas de serviços para América Latina, o Brasil está definido como um dos principais focos de atuação da companhia e a ideia de ter esse centro na região é poder entregar os serviços de forma centralizada. Para o executivo, ter o GNOC no Brasil facilitará a implementação da estratégia de entrega que está direcionada à melhor eficiência e qualidade e inovação nos processos de serviço.

O centro de operações terá entre suas principais atividades a operação e gestão de rede, além do “monitoramento de desempenho de qualidade da rede, integração de novos sites, suporte de segundo e terceiro nível das redes que temos hoje no Brasil e América Latina e também a avaliação de SLA já acordado com os nossos clientes.”

Os 15 milhões de euros que serão investidos servirão para adequar a infraestrutura do prédio e treinar as pessoas escolhidas para trabalhar no GNOC. “A ideia é iniciar com 300 pessoas e o processo de seleção já está no início. Queremos todas as pessoas nos primeiros dias de operação do centro. Temos clientes no mercado da AL que precisarão desse serviço e temos que ser muito rápidos na implementação do GNOC.”

Para Figueroa, embora o Brasil tenha concorrido com outros países da AL para sediar o centro, pesou a favor do País a infraestrutura de telecom adequada, disponibilidade de recursos humanos, quantidade de clientes e o ambiente econômico atual.

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