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O desafio da colaboração

O conceito desperta o interesse de companhias como a IBM que aposta em redes sociais

Publicado: 01/04/2026 às 06:59
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O desafio da colaboração
Construção civil — Foto: Reprodução

Aumentar a produtividade por meio da colaboração entre empresas. O conceito defendido com entusiasmo por Don Tapscott, CEO da New Paradigm, ainda representa um desafio para as corporações, que precisam descobrir uma maneira de tirar proveito da troca de informações e conhecimento – e faturar com possibilidades como a de avaliar diferentes perfis.

O Gartner estima que o mercado mundial de web conferência e de software de colaboração entre funcionários deve crescer cerca de 20% ao ano até 2010. Um aumento de US$ 1,3 bilhão, em 2006, para US$ 2,8 bilhões em 2010. Neste contexto, as redes sociais despertam grande interesse nas companhias.

A IBM aposta na arquitetura que ela denomina de Sonar (do inglês, social network architecture) para implementação de software de modo que a configuração seja amigável para o conceito de Web 2.0. Estudado internamente há cerca de 3,5 anos, o Sonar tem padrão aberto, mas ainda não resultou em ferramentas comerciais para análise de redes sociais. Algo que os executivos da Big Blue não descartam. “É, basicamente, uma arquitetura para orientação de como você analisa a interação das pessoas, enxergando o modo de cada uma delas se relacionarem”, detalha Ricardo Rossi Neto, gerente de vendas Lotus.

Descobrindo a Web 2.0

A Web 2.0, no entanto, precisa ser entendida pelas companhias. Rossi alega que para inovar as empresas precisam usar todo o capital intelectual, ou seja, o QI coletivo. “Compartilhar o conhecimento que não está documentado, a informação não-estruturada em base de dados. O que vale é o que você sabe e quem você conhece. E as empresas já perceberam a importância deste conceito”, defende. “O maior valor da colaboração é aproximar pessoas que você não conhece, mas que têm os mesmos interesses e não apenas falar com quem você conhece”, pontua Mario Costa, gerente-técnico da área de colaboração de software da IBM.

Um estudo da McKinsey, publicado em março deste ano, destaca que 46% das companhias early adopters no uso da Web 2.0 e que 44% daquelas que demoraram um pouco mais para adotar a tecnologia estão muito satisfeitas com o retorno do investimento.  

Das ferramentas mais utilizadas atualmente, a consultoria aponta que 80% dos respondentes usam ou planejam usar Web services; sobre tecnologias para inteligência coletiva, 48% afirmaram ter ou planejar adotar, mas 26% não consideram adotar. Já com relação a ferramentas para redes sociais, 37% disseram possuir ou tem planos de adquirir e 39% não pretendem implementar. Quando perguntadas sobre ferramentas wikis, 39% responderam que não consideram a possibilidade, contra 33% que já contam ou tem interesse; e 35% disseram que usam ou pretendem usar blogs, mas 43% não tem esta intenção.

O estudo mostrou também que das companhias que afirmaram usar Web 2.0, 70% disseram que o objetivo é interagir com clientes, 51 com fornecedores e parceiros e 75% para gerenciais os colaboradores internos.

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