Porque é importante usar no-break em vídeo games. (*) Texto enviado por Luís Sucupira e reproduzido na integra. Fortaleza, Ce-27/09/2006 – Numa bela manhã de sábado, dois garotos estão jogando videogame. Eles fazem muito barulho. O irmão tenta dormir depois de uma sexta-feira de balada que terminou ás 5 da manhã. De longe escuta: “Vai […]
(*) Texto enviado por Luís Sucupira e reproduzido na integra.
Fortaleza, Ce-27/09/2006
– Numa bela manhã de sábado, dois garotos estão jogando videogame. Eles fazem muito barulho. O irmão tenta dormir depois de uma sexta-feira de balada que terminou ás 5 da manhã. De longe escuta: “Vai bater o recorde… vai bater o recorde!”. Zangado com tanto barulho levanta-se e vai ao quadro de luz, passa pelos meninos que ainda gritam festejando o recorde que se aproxima. O baladeiro abre a caixa de energia e desliga e liga a chave geral. Uma pausa… Silêncio de alguns segundos… e ai vêm os gritos..: Droga! #$@&* … Faltou luz! Perdi o recorde!”… O irmão volta e dirige-se ao quarto e volta a dormir tranquilamente. A meninada não percebeu a manobra e recomeça, frustrada, o jogo em silêncio.
Imagine como essa estória terminaria se este videogame estivesse protegido por um no-break?
Quem é do tempo do Atari deve lembrar como eram ruins aqueles games. À época eram novidades, sim, mas deixavam muito a desejar. Com o tempo a tecnologia foi avançando e os games, cada vez mais, ficavam parecidos com supercomputadores. Primeiro eles invadiram as CPUs com suas super placas de vídeo e som. Aceleradores de todo tipo e tome mais tecnologia. Realismo fantástico! Parecia verdade! Parecia?
Potentes, realísticos e cada vez mais parecidos com computadores essas máquinas de passar o tempo assumiram sua nova configuração: agora são sim computadores e como tais necessitam de proteção contra as falhas da rede elétrica e contra irmãos baladeiros ressacados.
Recentemente a Microsoft lançou o Xbox. Dando uma olhada no mercado americano podemos perceber a força e o tamanho deste mega mercado.
Segundo o estudo da Associação de Softwares de Entretenimento (ASE), durante a Electronic Entertainment Expo, realizado em maio de 2006, a indústria do videogame tem um impacto de 18 bilhões de dólares na economia norte-americana.
A estimativa da associação, feita a partir de dados da consultoria Price Waterhouse Coopers, foi atingida juntando as vendas totais da indústria durante 2004, que atingiram 10,3 bilhões de dólares, com o estímulo de mercado provocado pelo games em diversos setores, como eletroeletrônicos, que chegou a 7,7 bilhões de dólares no ano.
Até 2010, data em que o crescimento se manterá alto, prevêem que os Estados Unidos terão cerca de 75 milhões de gamers. Além de se mostrar um setor potencialmente capaz de se equiparar a outros mercados de entretenimento, como o cinema, os videogames poderão abrir caminho para o desenvolvimento de poderosos dispositivos para tecnologia cotidiana, como centros de mídia e notebooks.
Economicamente, a indústria de game também experimentará crescimento entre seus empregados, que deverão pular para 265 mil até o final de 2009, pouco menos do dobro dos atuais 144 mil empregados na indústria de entretenimento digital.
Um mercado bilionário justifica-se pelo custo de um brinquedo desses. Um Xbox não sai por menos de R$ 2.300,00. Não é por menos. É só verificar a configuração dessa super-máquina de entretenimento.
Internamente o Xbox é muito parecido em arquitetura com um
comum, trazendo um processador da
, uma placa de vídeo da
e um núcleo baseado em
.
: processador 733 MHz da Intel (um chip híbrido entre Celeron e o Pentium III);
: processador gráfico NV2A da Nvidia rodando a 250 MHz;
: 64 MB (DDR SDRAM) rodando a 200 MHz;
: drive
5x,
de 8.5 ou 10 GB dependendo do modelo;
: 64 canais 3D (até 256 vozes em estéreo) e dolby digital 5.1;
: 10/100-T Ethernet;
: Estima-se que alcance uma performance de até 75 milhões de polígonos por segundo.
Imagine que um investimento desse porte não possua nenhuma proteção e esteja sujeito a todos os riscos de avaria de um computador médio. Um no-break Microsol custa algo em torno de R$ 250,00. Com certeza, bem mais barato que o custo do conserto de um equipamento desses.

Perceba na configuração ao lado que o equipamento possui tomada tripolar e portanto necessita estar aterrado ou isolado. Assim a Microsol recomenda também, para uma maior proteção, a utilzação de tomada aterrada ou a instalação de um Módulo Isolador Estabilizado antes do no-break.

No gráfico ao lado você pode perceber neste outro tipo de configuração a inclusão de um desktop. Assim, a necessidade de utilizar um no-break e de uma proteção do Módulo Isolador Estabilizado é ainda maior. Para estas configuração maiores recomendamos o STAY 700 SE que vem com 385W de potência real. Mas se a configuração ‘puxa’ perto de 80% da capacidade total do no-break é recomendável que se use o modelo Stay 1400.
Antes de adquirir o no-break certifique-se do consumo total e o que deseja que esteja ligado ao no-break.
Importante:
Autonomia é inversamente proporcional ao consumo. Assim, quanto maior o consumo, menor será a autonomia e vice-versa.