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O outsourcing e a decisão de terceirizar que vai além da tecnologia

Segundo atestado pelo Gartner, em artigo publicado no início deste ano, o cloud computing segue como um dos segmentos do mercado de tecnologia que mais recebem investimentos. Considerada o “novo normal”, a implantação na nuvem, como qualquer outro serviço, requer grande dose de responsabilidade e análise por parte das empresas quanto à sua efetividade no […]

Publicado: 07/05/2026 às 06:54
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Construção civil — Foto: Reprodução

Segundo atestado pelo Gartner, em artigo publicado no início deste ano, o cloud computing segue como um dos segmentos do mercado de tecnologia que mais recebem investimentos.

Considerada o “novo normal”, a implantação na nuvem, como qualquer outro serviço, requer grande dose de responsabilidade e análise por parte das empresas quanto à sua efetividade no longo prazo e suas reais demandas quanto às ofertas e impactos.

Ainda segundo o Gartner, até meados de 2023, os provedores dessa tecnologia estarão mais próximos do consumidor e a otimização dos custos – sem comprometer a performance – também será possível. E, apesar do cloud estar cada dia mais acessível e no top of mind do mercado, precisamos lembrar: nem sempre foi assim.

Se pensarmos no início da última década, ainda não eram todas as companhias que tinham a inovação como core business. Com o passar dos anos, e com o desenvolvimento de novas tecnologias e ofertas, a total terceirização dos serviços de TI passou a acontecer em ritmo mais lento do que antes, fazendo com que os investimentos na área se voltassem para “dentro” das empresas.

Portanto, ao passo que o modelo de full outsourcing foi perdendo força em algumas vertentes do mercado, passou-se a demandar dos parceiros de tecnologia um outro tipo de expertise e de capacidade: a migração para a nuvem, de forma segura.

Atualmente, a inovação e os negócios andam juntos — a estratégia permeia a
TI (e vice-versa) e as decisões têm que ser conjuntas e muito mais qualificadas.

É necessária, assim, uma aproximação cada vez maior entre o negócio e a TI que não se limita somente à alta liderança, mas que também envolve as áreas de arquitetura, desenvolvimento, operação de infraestrutura e segurança, para a compreensão de quais são os investimentos mais assertivos a serem feitos. E aí levantam-se questões como: terceirizar ou não? Como dar o próximo passo? O que é mais benéfico ao meu negócio?

No Brasil, além das empresas de tecnologia, os players que estão mais avançados nesse tema são os do mercado de finanças – as grandes instituições, as fintechs e os bancos digitais -, telco e retail. Em passos ainda tímidos, temos no país o avanço também em projetos na área da saúde.

É uma questão de tempo para que outras indústrias entendam a importância de alternativas de outsourcing para a continuidade de seus negócios — sejam elas as mais modernas ou as mais tradicionais.

Afinal, segundo o Gartner, essa modalidade auxilia o mercado a reduzir custos, acelerar processos e aumentar a competitividade, além de tirar vantagem de uma expertise externa, assets ou propriedade intelectual.

Uma decisão que deixa, cada vez mais, de ser apenas dos CTOs e CIOs, e que abarca e demanda envolvimento de todas as áreas estratégicas da companhia.

*Por Rodrigo Mielke, diretor de Soluções da VMWare

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