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O que as grandes indústrias podem aprender com as startups?

Ao longo dos últimos anos, temos ouvido muito falar sobre o impacto positivo de algumas startups em seus setores de atuação e principalmente em como elas têm transformado diversos segmentos. Seja para levar inovação ou soluções disruptivas, elas também têm tido um papel essencial na economia brasileira e na geração de novos empregos. Se pararmos […]

Publicado: 24/04/2026 às 13:39
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startup, agile
Construção civil — Foto: Reprodução

Ao longo dos últimos anos, temos ouvido muito falar sobre o impacto positivo de algumas startups em seus setores de atuação e principalmente em como elas têm transformado diversos segmentos. Seja para levar inovação ou soluções disruptivas, elas também têm tido um papel essencial na economia brasileira e na geração de novos empregos.

Se pararmos para fazer uma reflexão, grandes corporações – independentemente do segmento – teriam ao seu lado soluções disruptivas que pudessem resolver alguns gargalos de operação, problemas complexos, melhorar a produtividade, gerar mais resultados e lucratividade, se não fosse a resistência que ainda se encontra nesse universo.

Falando do mercado industrial especificamente, não é mais uma possibilidade para a indústria, mas sim uma obrigação para o setor, estar aberta à inovação proveniente de outras frentes que não o seu Departamento de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D). A era da Indústria 4.0 já chegou e se estabeleceu, e por isso vamos passar pelo caminho natural de aumentar a competitividade do segmento por meio das tecnologias digitais – que ainda são pouco utilizadas pelas grandes empresas nacionais.

Para se ter uma ideia, segundo a Associação Brasileira de Startups (Abstartups), entidade que representa o ecossistema de startups, nos últimos cinco anos, o número de startups aqui no Brasil mais que triplicou. Em 2015, a base mapeada pela instituição computou 1.451 negócios inovadores e em quatro anos (2019), esse número teve um salto de 207%, passando para mais de 13 mil. Dessas, 160 oferecem algum tipo de tecnologia para nicho industrial.

Quando olhamos para as siderúrgicas e mineradoras – considerados ainda mercados tradicionais e conservadores – implementar essas mudanças e transformações em seus legados não é uma é tarefa simples de se realizar. Por este motivo, a movimentação ainda é bastante tímida.

Claro que não dá para generalizarmos, pois há àqueles que aderiram a transformação digital e começaram a aplicar soluções em IoT, Inteligência Artificial (IA), geoprocessamento e telemetria avançada em suas atividades diárias, visando maior produtividade e até mesmo redução de custo com contratos de maquinários e operadores logísticos.

Sem mais delongas, não há dúvidas que o Brasil é um país muito fértil no ecossistema de startup, que cada dia tem surpreendido com soluções relevantes para a sociedade. Às indústrias, siderúrgicas e mineradoras cabem abaixar a guarda e permitir uma conexão produtiva e bastante próspera.

*Vinicius Callegari é CCO e Head de Desenvolvimento Comercial da GaussFleet

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