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Ong roda operação sem sistemas Microsoft

Organização sem fins lucrativos, Mosaic, roda seu parque de PCs em código aberto

Publicado: 09/05/2026 às 14:37
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3 minutos
Ong roda operação sem sistemas Microsoft
Construção civil — Foto: Reprodução

Não é fácil comandar uma organização com 1.500 PCs quase sem nenhum produto da Microsoft, mas é isso que a Mosaic faz, uma organização sem fins que oferece serviços aos deficientes físicos e mentais. Com a ajuda de código aberto e computação em nuvem, a instituição começou a analisar opções de virtualização e desktop Linux em 2004, como um possível meio de reduzir os gastos e, aos poucos, passou a usar os antigos PCs como thin clients rodando estações remotas da Novell SUSE Linux.

A organização baseada em Omaha trocou SUSE por Ubuntu no ano passado e aumentou seus projetos. Hoje, quase todos os 1,5 mil PCs da Mosaic, em mais de doze locais, rodam em Ubuntu 9.04; alem disso, ela tem sua rede em desktops virtualizados da NoMachine. Esses computadores rodam o OpenOffice, como suíte de produtividade; Firefox, como navegador web; GIMP, em código aberto, para edição de imagens; Scribus, para publicação de textos; Glabels, para impressão de rótulos; e e-mail do Google.

No servidor, a maioria dos aplicativos web rodam em Apache e usam o OpenLDAP para o serviços de diretórios e gerenciamento de acesso. No total, o CIO Keith Courier estima que a empresa economiza US$ 400 mil anualmente, de um orçamento de US$ 2 milhões, por não usar tantos softwares proprietários. A equipe de TI conta com três funcionários trabalhando período integral, a redução foi resultado direto da mudança, em partes porque não é mais necessário uma equipe para gerenciar servidores Exchange. 

Para os aplicativos que não rodam em Linux, ou que precisam do Internet Explorer, a Mosaic conta com um servidor que permite que o usuário acesse o IE 6, ou instale uma cópia do Windows XP para rodar em um ambiente virtualizado no desktop Linux, já que todos os PCs antigos vieram com licenças do XP. São poucas as pessoas na empresa que precisam usar o XP, a maioria usa por causa de um aplicativo de faturamento. 

Empresas maiores não irão seguir o exemplo da Mosaic, já que a maioria acha que o aperfeiçoamento do suporte, gastos com treinamento e desempenho trade-off valem mais do que qualquer economia feita com o uso de código aberto. Na verdade, o novo sistema operacional da Microsoft, o Windows 7, interessa a muitos CIOs. E, num momento em que a economia leva os executivos a considerarem novas alternativas em software, ele pode ser ainda outra possibilidade. 

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