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Open Finance completa um ano e segue para última fase

O Open Finance caminha para suas etapas finais de implementação. Segundo avaliação da Febraban, principal entidade representativa dos bancos brasileiros, a implementação das quatro fases do Open Finance no Brasil em seu primeiro ano foi marcada pela ausência de problemas estruturais ou impasse com questões legais. Conhecido inicialmente como Open Banking, o Open Finance representa […]

Publicado: 04/04/2026 às 16:38
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Construção civil — Foto: Reprodução

O Open Finance caminha para suas etapas finais de implementação. Segundo avaliação da Febraban, principal entidade representativa dos bancos brasileiros, a implementação das quatro fases do Open Finance no Brasil em seu primeiro ano foi marcada pela ausência de problemas estruturais ou impasse com questões legais.

Conhecido inicialmente como Open Banking, o Open Finance representa uma expansão do novo modelo de serviço, que permite que os clientes solicitem o compartilhamento de seus dados pessoais, bancários e financeiros com terceiros, de forma digital, mediante autorização.

No Brasil, ele funciona sob regulação e fiscalização do Banco Central. O sistema trabalha por meio de APIs (interfaces de programação de aplicações), que fazem a conexão entre as instituições participantes e permitem a troca de informações entre elas de uma maneira padronizada.

Leia também – Open Banking e Pix: 3 passos para não ‘flopar’ na terceira fase

Para 2022, o desafio será consolidar sua total implantação e estabilização das APIs para que novos produtos e serviços financeiros sejam criados e oferecidos aos clientes bancários.

“O Open Finance está no centro dos trabalhos técnicos da Febraban e apresenta desafios enormes, principalmente com relação ao cronograma proposto”, avalia Isaac Sidney, presidente da Febraban. “O setor bancário está contribuindo proativamente com a implantação do projeto no Brasil em um tempo recorde de implementação e com escopo maior do que o observado em outros países”, destaca.

Segundo a Febraban, no primeiro ano de implementação, iniciado em fevereiro do ano passado, foram registradas 231,1 milhões de chamadas bem-sucedidas entre os participantes para o compartilhamento de dados. Números que devem aumentar gradativamente ao longo dos próximos anos.

Caso o cliente autorize e dê seu consentimento, poderão ser compartilhadas entre instituições participantes as informações de cadastro (nome, endereço, CPF etc), bem como dados de movimentação financeira (informações sobre contas e operações de crédito, como empréstimos e financiamentos).

Na prática, a instituição que esteja recebendo as informações de cadastro e de movimentação financeira do cliente, após a sua autorização, poderá fazer propostas de crédito, investimentos e de serviços mais personalizados.

A quarta fase segue em desenvolvimento e ocorrerá em duas etapas: com o compartilhamento das informações de produtos e serviços ofertados dos demais dados financeiros, não envolvendo informações de clientes; e com as informações financeiras pessoais do usuário que envolvam câmbio, investimentos, seguros e previdência complementar ao longo desse ano.

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