Unidade de serviços da telco francesa lembra que redes continuam sendo carro chefe, mas destaca crescimento da divisão integradora
De olho na recuperação econômica brasileira, a Orange Business Services já projetou para 2010 a ambiciosa meta de crescer 20% no País. Atualmente, a receita da companhia está dividida da seguinte forma: 60% com serviços de rede e 40% na divisão em que a empresa atua como integradora. Essa porção, aliás, tem crescido e é marcada pela comercialização e implantação de produtos de parceiros como Cisco, Avaya e Riverbed.
De acordo com Wagner Bernardes, que lidera a área de consultoria e integração de soluções da empresa, embora o carro chefe continue sendo redes, a experiência propiciada com o tempo culminou com a entrada na casa dos clientes. “Vamos além do link e roteadores. Atuamos na rede local, segurança, IP, wireless.” E isso aumenta a possibilidade de serviços ofertados.
Recentemente, a companhia inaugurou em Petrópolis (RJ) o segundo centro de serviços de atendimento ao cliente no Brasil com 140 funcionários. A outra unidade fica na capital fluminense, elevando para 350 o número de pessoas dedicadas a esse trabalho. A Orange possui sites como esse apenas na Índia, Egito e Ilhas Maurício.
Para Bernardes, a ampliação do atendimento no Brasil, além do crescimento da própria rede na América Latina, facilita a oferta de serviços gerenciados. O suporte brasileiro atende às demandas de países de línguas portuguesa e espanhola e faz cobertura, por conta do fuso, a algumas nações de língua inglesa.
Acompanhando a movimentação da concorrência e também as tendências de mercado, a companhia deve anunciar, em dezembro próximo, a entrada no mercado de cloud computing. A InformationWeek Brasil irá acompanhar o anúncio a ser feito em Paris (França), onde fica a matriz do Grupo France Telecom, quando a CEO da empresa, Barbara Dalibard, deve, além do lançamento, falar sobre estratégia da empresa e apresentar resultados financeiros.
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