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Febraban

Orçamento dos bancos para tecnologia ficou em R$ 24,6 bilhões em 2019

Os investimentos em tecnologia realizados pelo setor bancário crescem à medida em que a população adota os meios digitais como principal canal para consultas e transações financeiras. Essa foi a principal percepção colhida pela Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária, que está em sua 28a edição e corresponde ao comportamento financeiro registrado durante 2019.  Desenvolvida a […]

Publicado: 30/04/2026 às 23:03
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Construção civil — Foto: Reprodução

Os investimentos em tecnologia realizados pelo setor bancário crescem à medida em que a população adota os meios digitais como principal canal para consultas e transações financeiras. Essa foi a principal percepção colhida pela Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária, que está em sua 28a edição e corresponde ao comportamento financeiro registrado durante 2019. 

Desenvolvida a partir de um mix de análise quantitativa (questionário enviado a 22 bancos) e qualitativa (entrevistas com 10 executivos da área de tecnologia bancária), a análise informa que as empresas do setor bancário — que mais investe em tecnologia, com exceção do governo — está reforçando tanto as estruturas de hardware como de software para atender à crescente demanda de uso dos canais digitais 

Balanço financeiro 

Em 2019, o orçamento total que o segmento de tecnologia obteve dos bancos ficou em R$24,6 bilhões, número 24% maior do que os 19,8 bilhões registrados em 2018. E o percentual de investimentos conseguiu ser ainda mais expressivo: aumento de 48% em relação ao ano anterior, saindo de R$ 5,8 bilhões para R$ 8,6 bilhões 

ATMs (+66%), softwares (+59%) e ambientes distribuídos e mainframes (+35%) foram os principais pontos de investimentos registrados pelas instituições financeiras. 

Já as despesas, que ficaram em R$ 16 bilhões (alta de 14%), se concentraram em equipamentos para usuários finais (+48%) e o já citados ambiente distribuído e mainframe (+19%)  

Quando se analisa os investimentos de forma mais nichada, o estudo aponta o crescimento de 58% em investimentos e despesas de software (de R$ 3,1 bilhões para R$ 4,9 bilhões) e 38% em gastos e aquisições de hardware (de R$ 2,4 bilhões para R$ 3,3 bilhões). 

Descobrindo o mobile 

Falando sobre o comportamento de uso dos brasileiros com canais digitais, o estudo apontou que as transações bancárias cresceram 11% em 2019, registrando 89,9 bilhões de operações.

Deste total, 39,4 bilhões (ou 44%) correspondem a operações feitas pelo mobile banking, que a cada ano vem ganhando a preferência do consumidor brasileiro para suas transações financeiras. 

Em 2019, as operações com movimentação financeira no smartphone tiveram alta de 41% em comparação com o ano anterior;  e o mobile banking mostrou significativo avanço em todas as transações pesquisadas: 

  • contratação de investimento (alta de 114%);  
  • tomada de crédito (+47%);  
  • transferências, DOCs e TEDs (+43%);  
  • E pagamento de contas (+39%).  

A pesquisa também revelou que a contratação de seguros por celular cresceu 133%, enquanto os depósitos virtuais mostram alta de 327% nesse canal. 

Devido a facilidade de acesso proporcionada pelo celular, o cliente que opta por esses canais os acessa de forma bastante frequente. Segundo o levantamento, o cliente comum faz login no banco 23 vezes por mês, enquanto os chamados heavy users – usuários que fazem mais de 80% das transações em um único canal – visitam seu banco 40 vezes, na média mensal.  

Já as contas abertas pelo smartphone cresceram 66% em 2019, na comparação ao ano anterior, totalizando 6,5 milhões. 

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