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Google

Pais processam Google por violação de dados de crianças em ação de US$ 3 bilhões no Reino Unido

Ativista e pais de crianças britânicas estão processando a Google em uma ação multimilionária no Reino Unido. O processo alega que o YouTube viola rotineiramente as leis de privacidade ao rastrear crianças on-line, de acordo com o site Bloomberg. A ação foi movida pelo ativista de privacidade de dados Duncan McCann e apoiada pela Foxglove, […]

Publicado: 25/04/2026 às 17:46
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Google adia reabertura de escritórios
Construção civil — Foto: Reprodução

Ativista e pais de crianças britânicas estão processando a Google em uma ação multimilionária no Reino Unido. O processo alega que o YouTube viola rotineiramente as leis de privacidade ao rastrear crianças on-line, de acordo com o site Bloomberg.

A ação foi movida pelo ativista de privacidade de dados Duncan McCann e apoiada pela Foxglove, um grupo de justiça tecnológica, em nome de mais de 5 milhões de crianças britânicas menores de 13 anos e seus pais. Se ganharem a ação, os reclamantes dizem que podem ganhar até 2,5 bilhões de libras (US$ 3,2 bilhões) de indenização, no valor de 100 a 500 libras por criança. O equivalente, a aproximadamente, R$ 3, 4 mil por criança.

De acordo com a Bloomberg, o processo alega que os métodos do YouTube para atingir públicos menores constituem “violações graves” das regras de privacidade e dados do Reino Unido e da Europa, destinadas a proteger o controle dos cidadãos sobre suas próprias informações privadas.

O YouTube “violou sistematicamente essas leis ao coletar dados de crianças sem obter o consentimento prévio dos pais”, segundo a alegação. Nos últimos meses, os vigilantes da privacidade voltaram a atenção para a proteção dos dados das crianças.

Os reguladores da Irlanda buscaram esclarecer os direitos dos menores sob as rígidas regras de proteção de dados da União Europeia e do Comissário de Informação (Information Commissioner) do Reino Unido, publicando um código de prática com padrões específicos para serviços on-line a serem seguidos, diz o site.

Um porta-voz do YouTube não quis comentar sobre o processo nesta segunda-feira (14), mas acrescentou que o serviço de streaming de vídeo não é projetado para usuários menores de 13 anos. “Lançamos o aplicativo YouTube Kids como um destino dedicado para crianças e estamos sempre trabalhando para proteger melhor as crianças e famílias no YouTube”, disse a empresa em um comunicado por e-mail.

O aplicativo de mídia social TikTok da ByteDance, nos últimos meses, também foi analisado por vários vigilantes de dados da UE sobre o processamento de dados de crianças, de acordo com a publicação.

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