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Para empreendedores da saúde, telemedicina já é realidade

Os dois convidados do painel “Big Data e IA – Dá pra confiar?”, que aconteceu no segundo dia do Rio Innovation Week, têm a mesma opinião: telemedicina já é uma realidade. Mas, para que a tecnologia evolua, é necessário entender as necessidades do setor. Thiago Bonfim, CEO e Founder do Caren.app volta no tempo para […]

Publicado: 05/04/2026 às 03:42
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2 minutos
. Thiago Bonfim, CECO e Founder do Caren.app
Construção civil — Foto: Reprodução

Os dois convidados do painel “Big Data e IA – Dá pra confiar?”, que aconteceu no segundo dia do Rio Innovation Week, têm a mesma opinião: telemedicina já é uma realidade. Mas, para que a tecnologia evolua, é necessário entender as necessidades do setor.

Thiago Bonfim, CEO e Founder do Caren.app volta no tempo para contextualizar. Quando a empresa começou, a telemedicina não era legalizada no Brasil. Sendo assim, a empresa dividiu a jornada do paciente em três momentos: pré-atendimento (marcação de consulta), atendimento (a consulta, de fato) e pós-atendimento (acompanhamento do paciente). Na época, a startup decidiu focar no pré e no pós.

“Olhando o futuro, colocar a saúde on-demand é cada vez mais importante. Por isso, é essencial classificar o paciente corretamente no ‘pré’. Informar o cuidado certo é a grande ‘sacada’ para oferecer saúde on-demand de forma organizada. Além disso, o grande futuro da telemedicina é conseguir automatizar o processo de receber o paciente e colocá-lo no trilho correto”, complementa Hugo Morales, médico, CMO e cofundador da Robô Laura.

Leia também: Brasil terá primeiro projeto de HyperloopTT na América Latina

Outro assunto abordado foi a importância da auditoria de algoritmo. Para o Dr. Hugo, isso é fundamental para o setor e está bem adiantado em outros países, como os Estados Unidos. “Mas há um ponto de atenção: o machine learning não é uma regra como um score, ele pode mudar e melhorar. É necessário entender que a auditoria não será uma ‘foto’, mas uma avaliação contínua de tempos em tempos”, frisa o médico.

Os executivos também alertaram sobre o gap de profissionais na área de tecnologia. “O real teve uma desvalorização de mais de 300% nos últimos três anos. Então, um brasileiro pode trabalhar em uma companhia internacional e ganhar 2 ou 3 mil dólares – que é pouco para o mercado internacional, mas um valor supere alto no Brasil”, alerta Dr. Hugo.

Thiago complementa dizendo que as empresas precisam começar a formar seus desenvolvedores ou criar uma trilha para formar novos entrantes. Dessa forma, a falta de profissionais pode diminuir no mercado brasileiro.

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