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Parceria além da nuvem: a visão estratégica da XP Inc. e da Microsoft

Utilizar a nuvem não é uma novidade para a XP Inc., que já nasceu digital. Entretanto, ao anunciar uma parceria de cinco anos com a Microsoft, a visão estratégica da empresa mudou: o contrato entre as companhias não é apenas para o fornecimento da cloud, mas de visão estratégica. “A XP começou a usar a […]

Publicado: 22/04/2026 às 11:54
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Construção civil — Foto: Reprodução

Utilizar a nuvem não é uma novidade para a XP Inc., que já nasceu digital. Entretanto, ao anunciar uma parceria de cinco anos com a Microsoft, a visão estratégica da empresa mudou: o contrato entre as companhias não é apenas para o fornecimento da cloud, mas de visão estratégica.

“A XP começou a usar a nuvem da Microsoft por si só desde o começo. Tivemos um primeiro contrato há cerca de seis anos e, em um processo que durou dois anos e foi firmado a um ano atrás, temos agora uma parceria não apenas como fornecedor de tecnologia com o Microsoft Azure, mas também de discussão estratégica por cinco anos”, explica Eduardo Berti, sócio e VP de Tecnologia da XP Inc., em entrevista exclusiva ao IT Forum.

Rafael D’Ávila, diretor para a indústria de Serviços Financeiros na Microsoft Brasil, complementa ao explicar que as empresas discutirão uma visão de negócios, olhando para os próximos passos e como chegar a eles com a tecnologia. Além disso, a parceria conta com um componente de capacitação para os times da empresa de investimentos e com a colaboração entre os times para a cocriação de novos produtos.

Um dos lançamentos já feitos 100% com a Microsoft é a conta digital. O nascimento do produto faz parte da estratégia de banking da XP para que o cliente investidor tenha como concentrar a sua rotina financeira – que hoje está em outro banco – na instituição.

“A parceria não é com a XP – empresa de investimentos no Brasil –, mas com uma das maiores empresas de investimento do mundo, a XP Inc. É uma parceria que quando foi discutida, quase dois anos atrás, teve uma visibilidade fora do Brasil. Tivemos que aprovar investimentos na Microsoft Corp nos EUA e a gente tem um acompanhamento periódico do andamento, das condições como o cliente vem enxergando para ter uma relação duradoura. Não se resume a uma transação”, comemora Rafael.

O mercado financeiro, inclusive, é a vertical mais representativa em termos de volume de negócios e atuação da Microsoft no Brasil, na América Latina e em três das 15 regiões do mundo. “Nós temos nos verticalizado cada vez mais por indústrias. O lançamento de soluções específicas para as necessidades de indústrias faz a diferenças e muitas soluções nascem de conversas com clientes, como a XP. Inclusive, faremos o anúncio, no segundo semestre, da cloud para serviços financeiros no Brasil”, adianta o executivo da Microsoft.

Apesar de não abrirem os valores de investimento para o contrato, os executivos afirmaram ser um valor robusto de serviços de tecnologia dentro de um contrato de cinco anos para dar “conforto” às empresas.

Segurança e open finance

A segurança é a prioridade número 1 para a XP Inc., diz Eduardo. “Independente da discussão de produto, negócio ou tecnologia, esse pilar a gente não abre mão. Dentro disso, há dois aspectos: nosso desenvolvimento de produtos leva em conta não somente a experiência do cliente, mas todos os arcabouços de segurança e o outro lado da parceria – todas as discussões com a Microsoft embutem esse tema.”

Do lado da Microsoft, a estrutura de nuvem é constantemente monitorada por um time e por Inteligência Artificial que captam sinais. A empresa conta com um time de mais de oito mil pessoas para fazer a monitoração. O aspecto regulatório também é prioritário, assim como a privacidade de dados.

“A parceria transcende o território brasileiro. A gente já tem escritórios em outros quatro países. A pluradidade da Microsoft em oferecer produtos é importante porque usamos também para os padrões de contingência. Os serviços hospedados, por exemplo, nos EUA, fazemos melhor uso com os servidores americanos. A mesma coisa no Brasil”, frisa Eduardo.

Ao falar sobre Open Finance, o executivo da XP é taxativo: não há como falar de uma estratégia sem que a nuvem ande junto. “Não há como discutir sem serviços de nuvem e escaláveis, com serviços que entreguem time to marketing. A gente está entrando em um mundo onde o time to market é praticamente 0, tem que ser tudo interconectado e 24/7 e só os grandes players entregam isso.”

Por fim, para a XP Inc. a parceria marca, ainda, outra meta da companhia. “O nosso desafio lá trás era: por que não tínhamos dentro da XP uma comunidade tão forte de tecnologia que desenvolvesse produtos? Tudo o que conversamos passa por uma jornada de três anos de fortalecimento dessa comunidade, aprendendo sobre desenvolvimento de produtos, se certificando e indo para cima de soluções de negócios. O nosso sonho é que o mercado olhe a nossa comunidade como uma referência.”

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