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Peritos criminais brasileiros criam software para ajudar na investigação de crimes

Um software inédito, desenvolvido integralmente por peritos criminais federais do Instituto Nacional de Criminalística, foi lançado na quarta-feira (22) durante a Conferência Internacional de Ciências Forenses em São Paulo. O sistema recebeu o nome de Peritus e vai ajudar na resolução de crimes. O sistema possibilita a análise forense de evidências multimídia e integra diversas […]

Publicado: 25/05/2026 às 18:19
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Peritos criminais brasileiros criam software para ajudar na investigação de crimes
Construção civil — Foto: Reprodução

Um software inédito, desenvolvido integralmente por peritos criminais federais do Instituto Nacional de Criminalística, foi lançado na quarta-feira (22) durante a Conferência Internacional de Ciências Forenses em São Paulo. O sistema recebeu o nome de Peritus e vai ajudar na resolução de crimes.

O sistema possibilita a análise forense de evidências multimídia e integra diversas ferramentas que são dedicadas à elaboração de laudos. O sistema vai permitir a análise de conteúdo de vídeo, comparação facial e fotogrametria forense, que serve para analisar, por exemplo, a velocidade de um veículo a partir de imagens. O sistema deve também apresentar novas funcionalidades como a verificação de edição e de fonte até o final do ano.

O maior benefício com esse software é a velocidade na produção de laudos. A expectativa é que o tempo para a elaboração de laudos diminua em até dois terços com a ajuda do Peritus.

“O Peritus é um sistema de análise de evidências multimídia, que integra vários softwares, em um só, para que tenhamos mais celeridade no exame de comparações faciais e fotogrametria”, disse Marcos Camargo, presidente da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF), em entrevista à TV Brasil. “A vantagem é que é um sistema produzido pela própria perícia federal criminal, então ele tem um código aberto que pode ser adaptado à realidade da perícia criminal”.

O sistema, segundo Camargo, deve começar a entrar em operação nos próximos meses. Inicialmente, o sistema funcionará apenas na Polícia Federal, mas posteriormente será enviado para todos os institutos de Criminalística do país.

* Com informações da TV Brasil

 

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