Terceirizar o banco de dados pode ser a melhor solução para pequenas e médias empresas que não têm a TI como core business e querem economizar. Como banco de dados é algo que tem que estar disponível a todo instante, independentemente do tamanho do negócio, uma saída como a administração remota significa menos mão-de-obra contratada […]
Terceirizar o banco de dados pode ser a melhor solução para pequenas e médias empresas que não têm a TI como core business e querem economizar. Como banco de dados é algo que tem que estar disponível a todo instante, independentemente do tamanho do negócio, uma saída como a administração remota significa menos mão-de-obra contratada – logo, menos custos – e mais know-how.
Foi a conclusão a que chegou o gerente de tecnologia da informação para América do Sul da rede Pestana de hotéis, Alessandro Maio. “Nosso negócio é vender apartamentos, serviços de hotelaria. Então, não fazia sentido manter funcionários em tempo integral para cuidar do banco de dados e ainda ter que cobri-los durante as férias”, pondera. Ele conta que a empresa possui três bancos de dados, com baixo volume processado diariamente, o que dispensa maiores preocupações.
A Triscal foi a empresa escolhida para a terceirização, depois de uma primeira experiência não muito satisfatória com outro parceiro. “Na primeira tentativa, ficávamos a ver navios mesmo. É o risco que todos correm ao optar por este modelo de negócio. Trocamos de fornecedor e, hoje, estamos totalmente satisfeitos”, diz.
O sócio-diretor da Triscal, André Portella, tem a mesma opinião: “A manutenção da disponibilidade de bancos de dados exige conhecimento e experiência da equipe envolvida, além de flexibilidade na solução de problemas, pois o prejuízo pode ser enorme no caso dos serviços ficarem parados por uma hora ou mais. No entanto, há empresas que não têm demanda suficiente para manter internamente uma equipe”.