A nível global, é previsto que 40% dos sistemas empresariais tenham agentes de IA em tarefas específicas até o próximo ano, subindo de menos 5% em 2025, segundo o Gartner. A instituição também estima que uma parcela das decisões de rotinas empresariais será tomada autonomamente por agentes de IA até 2028. O movimento já vem […]
A nível global, é previsto que 40% dos sistemas empresariais tenham agentes de IA em tarefas específicas até o próximo ano, subindo de menos 5% em 2025, segundo o Gartner. A instituição também estima que uma parcela das decisões de rotinas empresariais será tomada autonomamente por agentes de IA até 2028.
O movimento já vem sendo percebido pela Pipefy, plataforma de IA e gerenciamento de processos, que registrou um crescimento de 500% no uso de IA em sua base de clientes, desde janeiro deste ano. Foi este avanço que motivou a companhia a criar uma nova geração de agentes de IA, os Agents 2.0, capazes de automatizar qualquer fluxo de trabalho, e o recurso Intelligent Document Processing (IDP), ampliando a capacidade de leitura de documentos e extração de informações com IA.
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Por meio do Reconhecimento Óptico de Caracteres (OCR), a solução busca aumentar a confiabilidade dos processos, extraindo dados de qualquer documento, com interpretações contextuais. Desde então, cerca de 46% dos agentes de AI ativos da Pipefy já estão relacionados à leitura e extração de informações de documentos.
A empresa também registrou uma redução em até 70% do tempo de análise de seus clientes, com a economia de mais de 130 mil horas. O foco dos agentes de AI 2.0 é em maior precisão para atividades complexas, utilizando documentos como base de conhecimento, e execução automática de ações, como quando um agente consegue automatizar o cadastro de clientes e parceiros, validando dados, cruzando informações fiscais e jurídicas.
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