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PIX cresce no e-commerce, mas responde por menos de 1% do faturamento

O PIX tem se popularizado como meio de pagamento no e-commerce, mas ainda representa de 0,5% a 1% de seu faturamento, enquanto o boleto responde por 20% e o débito por 10%. Os dados fazem parte de um estudo conduzido pela GMattos, consultoria especialista e-commerce e meios de pagamento, entre os dias 10 e 26 […]

Publicado: 24/03/2026 às 04:48
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Pix
Construção civil — Foto: Reprodução

O PIX tem se popularizado como meio de pagamento no e-commerce, mas ainda representa de 0,5% a 1% de seu faturamento, enquanto o boleto responde por 20% e o débito por 10%. Os dados fazem parte de um estudo conduzido pela GMattos, consultoria especialista e-commerce e meios de pagamento, entre os dias 10 e 26 de março.

A aceitação do PIX entre os lojistas online saltou 8,5% de janeiro a março. Mas, contrariando expetativas de que ele abocanharia uma fatia da participação do boleto, a pesquisa indica que esta forma de recebimento segue como a segunda preferida, com crescimento de 8,4% na aceitação.

Leia mais: Golpe no Pix: o que fazer quando for vítima de um

débito, apesar o crescimento de 5% na aceitação, pode perder terreno para o PIX. “Essa é a modalidade [débito] que mais pode perder espaço para o PIX, por terem um custo semelhante”, pontua Gastão Mattos, cofundador e CEO da GMattos. O consultor lembra ainda que a conclusão da compra online pelo PIX é mais simples e sua taxa de conversão de compras é de 90%, enquanto no débito é de 20% a 40%.

Formas de pagamento

Quando comparado com o PIX, o boletos apresenta custo inferior e forte apelo cultural. Enquanto os boletos têm custos fixos, que giram em torno de R$1 a R$2 por boleto, o custo do PIX varia entre 1% e 1,4% sobre o valor do tíquete médio, aproximadamente R$ 460. Além disso, os consumidores têm mais tempo para avaliar a compra quando optam por boleto, sendo que o pagamento do PIX deve ser feito imediatamente.

O estudo também nota que o crescimento do débito é fortemente impulsionado pela aceitação do Débito Caixa para utilização dos créditos do benefício emergencial na pandemia e pelo o uso de integradores de débito, como Safetypay e payMee. O cartão de crédito, por sua vez, se mantém como a forma de pagamento preferida entre os varejistas online, com uma aceitação de 98,3%, a mesma porcentagem registrada em janeiro.

Já os meios de pagamento por wallets registraram aumento de 5%. Vale lembrar que as carteiras digitais prometem aos varejistas online mais simplificação no checkout e, consequentemente, maiores taxas de conversão. A wallet mais utilizada é o Paypal, por 27% dos lojistas.

As análises consideraram 59 grandes lojas online do país, incluindo GMattos avaliou varejistas online como Americanas, Magalu, Amazon, Carrefour, Mercado Livre, iFood, Renner, Netshoes, Uber, Sephora e Submarino.

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