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PME: SharePoint ou ferramenta de código aberto?

Microsoft combina grupo de desenvolvedores com treinamento de baixo custo, suporte e mercados acessíveis

Publicado: 23/05/2026 às 05:50
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3 minutos
PME: SharePoint ou ferramenta de código aberto?
Construção civil — Foto: Reprodução

Digamos que as previsões da Microsoft estejam corretas e que vamos acabar vendo 600 ISVs criando e testando soluções SharePoint pelos próximos cinco anos. Se, ao mesmo tempo, esses desenvolvedores criarem seus recursos em comunicações unificadas (UC, da sigla em inglês), por meio de crescimento e aquisições, o resultado, provavelmente, dividiria o mercado. De um lado, teríamos um grande número de serviços ISVs completos que suportam tudo que for Microsoft. Por outro, teremos grupos menores, especializados em SharePoint, que são, essencialmente, fornecedores de soluções legadas. Com o tempo, quem você imagina que será mais bem sucedido? Eu aposto no primeiro grupo.

Não há nada errado em querer fazer negócio com uma grande empresa de software ou um grande ISV, que terá iniciativas fortes para encontrar maneiras de aperfeiçoar seu negócio em diversas frentes, de produtividade à colaboração e comunicação. Mas é bom mergulhar nesses acordos de olhos bem abertos.

Quais são as alternativas? Certamente existem outras tecnologias que podem competir com as oferecidas pela Microsoft.

A Microsoft faz um bom trabalho para atrair desenvolvedores para seus ambientes de programação, combinando treinamento de baixo custo, suporte de marketing garantido e a promessa de mercados acessíveis. Esse ambiente atrai empresas de serviços de TI, que, como já foi dito, estão dispostas a expandir sua visão para alcançar o crescimento do conjunto de produtos da Microsoft.

Tecnologias em código aberto, como Dupral ou Joomla, para gerenciamento de conteúdo e sites, ou Asterisk para telefonia, envolvem uma proposta de valor diferente, tanto pra desenvolvedores quanto clientes.

Para muitas PMEs, não precisar assinar o cheque das licenças é um prazer. E, para alguns desenvolvedores, a atração de um código base aberto, personalizável e elegante não deve ser subestimada. Como resultado, um pequeno e talentoso grupo de programadores pode desenvolver, com ferramentas de código aberto, sistemas dignos de competir com os mais poderosos softwares comerciais.

Unindo as duas abordagens, vemos empresas como Oracle e IBM, combinarem tecnologias em código aberto com ofertas proprietárias.

A decisão, provavelmente, se resume a como se pode alcançar a duração esperada do projeto com os recursos que se pode contratar ou reter. Se sua empresa estiver arriscando em um novo serviço, que poderá ter êxito desenfreado ou falhar rapidamente, talvez seja uma boa opção deixar tudo nas mãos de um profissional super motivado e partidário de código aberto, com acesso as melhores e mais recentes ferramentas. No entanto, se você quer um sistema que irá durar geração após geração, a melhor opção talvez seja desenvolvê-lo em uma arquitetura que tenha mais chances de durar entre as gerações de programadores.

Independentemente da tecnologia, a questão mais importante é quem irá criá-la, instalá-la, mantê-la e atualizá-la. No final das contas, as decisões de tecnologia são baseadas nas pessoas que serão responsáveis por sua manutenção. O “quem” é muito mais importante do que o “qual”.

Leia também:

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