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PMEs brasileiras perdem fôlego nos últimos meses, diz Omie

O faturamento das pequenas e médias empresas brasileiras (PMEs) vem perdendo fôlego nos últimos meses. Segundo análise de julho de 2022, do Índice Omie de Desempenho Econômico das PMEs (IODE-PMEs), o faturamento dessas empresas apresentou expansão de apenas 0,7% na comparação com o mesmo período do ano anterior. O número contrasta ainda mais quando comparado […]

Publicado: 23/04/2026 às 15:17
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Construção civil — Foto: Reprodução

O faturamento das pequenas e médias empresas brasileiras (PMEs) vem perdendo fôlego nos últimos meses. Segundo análise de julho de 2022, do Índice Omie de Desempenho Econômico das PMEs (IODE-PMEs), o faturamento dessas empresas apresentou expansão de apenas 0,7% na comparação com o mesmo período do ano anterior. O número contrasta ainda mais quando comparado com o crescimento acumulado de 3,5% no primeiro semestre do ano.

Na análise do gerente de indicadores e estudos econômicos da Omie, Felipe Beraldi, o desempenho recente do IODE-PMEs configura uma desaceleração do mercado de PMEs em relação ao observado nos primeiros cinco meses de 2022. “O ambiente de negócios marcado por inflação pressionada e juros em alta prejudica a evolução do consumo e dos investimentos, o que se reflete diretamente na evolução das pequenas e médias empresas brasileiras”, avalia.

O IODE-PMEs monitora 637 atividades econômicas que compõem cinco grandes setores: Agropecuário, Comércio, Indústria, Infraestrutura e Serviços. As empresas avaliadas possuem faturamento de até R$50 milhões anuais.

Segundo o índice, a desaceleração recente no mercado vem sendo condicionada, especialmente, pela retração verificada no setor de Serviços. Trata-se do segmento que concentra a maior parcela de CNPJs ativos no país, de acordo com o Sebrae.

De acordo com os dados do índice, em julho de 2022 houve retração de 4,5% da movimentação financeira real no setor de Serviços na comparação com igual período do ano anterior, configurando o segundo mês de queda nessa base de comparação. O setor de Infraestrutura também recuou. A movimentação financeira real em julho apresentou retração de 0,3% na comparação anual.

Por outro lado, os setores Indústria e Agropecuário seguiram mostrando bom desempenho no período recente, com avanços de 6,4% e 19%, respectivamente, frente aos resultados de julho de 2021. Por fim, a movimentação financeira real no Comércio seguiu com desempenho positivo no último mês (+2,7% YoY em julho/22).

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