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PMEs movimentam R$ 1 bi com o e-commerce no 1º semestre

As pequenas e médias empresas (PMEs) cresceram seu faturamento com e-commerce em mais de 140% nos primeiros seis meses do ano em relação ao mesmo período do ano passado, movimentando mais de R$ 1 bilhão. Os números são da plataforma de e-commerce Nuvemshop, que possui mais de 85 mil lojas virtuais na América Latina lideradas […]

Publicado: 02/04/2026 às 09:27
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Construção civil — Foto: Reprodução

As pequenas e médias empresas (PMEs) cresceram seu faturamento com e-commerce em mais de 140% nos primeiros seis meses do ano em relação ao mesmo período do ano passado, movimentando mais de R$ 1 bilhão. Os números são da plataforma de e-commerce Nuvemshop, que possui mais de 85 mil lojas virtuais na América Latina lideradas por pequenos e médios empreendedores.

O volume de produtos vendidos no e-commerce saltou de 9,3 milhões no primeiro semestre do ano anterior para mais de 20 milhões no mesmo período deste ano. Esse avanço de 121% apenas comprova as expectativas de que o e-commerce deve manter o ritmo de expansão acelerada mesmo no pós-pandemia.

“Além das pessoas que já tinham o hábito de adquirir produtos online, calculamos que mais de 3 milhões de brasileiros compraram pela internet pela primeira vez neste primeiro semestre”, analisou Alejandro Vázquez, CCO e co-fundador da Nuvemshop. Segundo ele, os números seguirão aquecidos no segundo semestre, puxados por datas importantes do comércio eletrônico, como Black Friday e Natal.

Leia mais: Pandemia fez salários na área de tecnologia subirem 55% nas capitais

São Paulo é o estado que mais fatura com o e-commerce no país. Na primeira metade do ano, as PMEs do estado faturaram mais de R$ 347,4 milhões. Além disso, o levantamento revela que 28% das vendas online do Brasil saem de São Paulo e são entregues para clientes do mesmo estado. Minas Gerais ficou em segundo, com R$ 106 milhões, seguido por Rio de Janeiro, com R$ 87,7 milhões.

No recorte por segmento, Moda (R$ 342,8 milhões), Saúde & Beleza (R$ 85,8 milhões), Acessórios (R$ 72,3 milhões), Casa & Jardim (R$ 42,2 milhões) e Eletrônicos (R$ 27,7 milhões) foram os segmentos que mais faturaram com o e-commerce entre janeiro e julho. Já os que mais cresceram em termos de vendas são Antiguidades (+782%), Joias (+174%), Brinquedos (+127%) e Artes & Artesanatos (+126%).

No primeiro semestre, a grande 73% das vendas no comércio eletrônico foram realizadas por celular, enquanto 26% foram realizadas por computadores. O ticket médio para o período ficou em R$218, uma leve alta em relação aos R$213 do semestre anterior.

Para os próximos 15 e 20 anos, a Nuvemshop prevê uma “disrupção massiva” no comércio, com 80% das vendas sendo transacionadas por meio de plataformas digitais. “E nós, como líderes no setor, temos o papel fundamental de reduzir as barreiras do empreendedorismo para potencializarmos e motivarmos histórias que transcendam, garantindo que as PMEs tenham acesso à tecnologia de ponta e à economia de escala que, até então, estavam disponíveis apenas para os gigantes do varejo”, enfatizou o Vázquez.

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