Gerir e executar novos projetos é um movimento essencial para companhias que miram o crescimento e a expansão dos negócios. Sem dúvidas, frente ao dinamismo de um mercado que não para de evoluir, esse cenário demonstra tons de complexidade, desafiando o poder de adaptação e ordenamento entre as empresas. Mais do que garantir que todas […]
Gerir e executar novos projetos é um movimento essencial para companhias que miram o crescimento e a expansão dos negócios. Sem dúvidas, frente ao dinamismo de um mercado que não para de evoluir, esse cenário demonstra tons de complexidade, desafiando o poder de adaptação e ordenamento entre as empresas.
Mais do que garantir que todas as estimativas acabem cumpridas, ter a certeza de que todos os processos serão devidamente afetados depende de uma abordagem que vai além de metodologias engessadas. É justamente com base nessa premissa que serviços de PMO (Project Management Office, ou escritórios e departamentos de projetos) ganham força.
Pela adoção de medidas que priorizem a obtenção dos benefícios desejados, de modo ágil e assertivo, o apoio de uma solução dedicada à gestão especializada de projetos faz total diferença. Sem iniciativas do tipo, a gerência de projetos corre o risco de investir esforços em movimentações de baixa correspondência à realidade, desperdiçando recursos e pior: colocando profissionais em funções que não valorizem suas capacitações.
Em um estudo desenvolvido pela Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje), constatou-se que, para 83% das empresas entrevistadas, a comunicação é crucial para o sucesso e o avanço da governança corporativa. Hoje, em termos de gestão, não há como negar a importância de uma cultura organizacional bem alinhada com suas estratégias, e no que diz respeito aos projetos, isso significa trabalhar por um ambiente de aderência entre todos os agentes envolvidos, sem distinções.
No universo empresarial, os PMOs não ocupam um espaço de destaque por acaso. Com uma estrutura temporária ou permanente, compatível com os volumes estabelecidos para os projetos, o PMO escolhido deve ter em mente que eficiência é uma palavra-chave a ser disseminada, desde o planejamento à aplicação prática do que foi estabelecido previamente, para que então, todas as entregas apresentem sintonia com os objetivos estipulados a nível estratégico.
Aqui, a mudança é generalizada e deve culminar em equipes engajadas, seguindo referenciais técnicos positivos para uma melhor tomada de decisão – dessa vez, com mais embasamento e menos intuição.
Dentro de um plano de fundo de maturidade administrativa, condição assegurada por meio do PMO, o gestor terá a expertise necessária para unificar o gerenciamento de projetos, deixando a comunicação funcionar como a espinha dorsal de toda e qualquer iniciativa que navegue por setores diversos na organização.
Afinal, para que uma ação provoque efeitos significativos, a fim de modificar o cotidiano operacional em sua totalidade, é preciso levar a informação e estimular sua troca entre os profissionais. Caso contrário, ruídos e gargalos podem travar a continuidade das atividades propostas e prejudicar a concepção coletiva do que será aprimorado.
Por fim, a integração não é somente um alvo a ser perseguido, como uma parte crítica para a boa coordenação de projetos promissores. Os PMOs possibilitam que a excelência vá além de uma exceção à regra, tornando-se uma característica comum em processos padronizados e, principalmente, ao alcance de profissionais autônomos e respaldados por um projeto compatível com os objetivos estratégicos traçados pela empresa.
*Ricardo Freires é head de operações na Actionsys