ITF Portal - Banner Topo
Slot: /23408374/itf-ad-banner-topo
720x300, 728x90, 728x210, 970x250, 970x90, 1190x250

PNBL precisa focar no longo prazo, defende especialista

A capitalização da Telebras, que irá gerir a iniciativa, será de R$ 3,22 bilhões

Publicado: 11/05/2026 às 20:22
Leitura
2 minutos
PNBL precisa focar no longo prazo, defende especialista
Construção civil — Foto: Reprodução

Depois de muita conversa, o Plano Nacional de Banda Larga ganha contornos reais. O interesse público para tratar a questão mostra a importância de popularizar a internet no País. Eduardo Tude, presidente da consultoria Teleco, acredita que um plano deste tipo precisa focar no longo prazo e atacar problemas estruturais brasileiros. “Para se ter banda larga de velocidade alta, que no futuro aguente 100Mbps, precisa construir infraestrutura de fibra ótica”, opina o especialista, que na hora da entrevista não tinha acesso a detalhes do plano proposto pelo governo.

Sobre a transferência da gestão do Plano à Telebrás, acredita que o impacto da estatal no primeiro momento será pequeno. “Tem muitas coisas que poderiam ser feitas de outras maneiras”, cita, acreditando em soluções sem a presença do Estado para conduzir o assunto. “Não acho que desequilibra a balança da concorrência, pois vai oferecer backbone a alguns locais”, comenta, para completar: “O problema na banda larga é investimento em infraestrutura e com essas medidas não vejo esses investimentos”.

“O plano de banda larga é fundamental”, defende Luis Minoru, diretor de consultoria da PromonLogicalis. “Mas primeiro é preciso entender o desenho que eles imaginam, pois há varias opiniões distintas que revelam entendimentos diferentes.” O executivo deixa um monte de questionamentos no ar: “Quanto do orçamento será para infraestrutura, marketing e gente (quantas contratações previstas)? Haverá terceirização de serviços? Metas?”, escreveu em sua página no Twitter.

Projeções

A estimativa para viabilizar o Plano estima que a linha de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) chegue a R$ 6,5 bilhões para financiamento e compra de equipamentos de telecomunicações de tecnologia nacional, e de R$ 1 bilhão de financiamento para micro, pequenos e médios prestadores de serviços de telecomunicações e lan houses, por meio do cartão BNDES.

Além disso, R$ 3,75 milhões correspondem à isenção da alíquota de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para equipamentos de telecomunicações com tecnologia nacional. Atualmente, esses aparelhos têm redução de 95% do IPI. A capitalização da Telebras será de R$ 3,22 bilhões.

As melhores notícias de tecnologia B2B em primeira mão
Acompanhe todas as novidades diretamente na sua caixa de entrada
Imagem do ícone
Notícias
Imagem do ícone
Revistas
Imagem do ícone
Materiais
Imagem do ícone
Eventos
Imagem do ícone
Marketing
Imagem do ícone
Sustentabilidade
Autor
Notícias relacionadas