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Presidente da Vivendi assume Conselho de Administração da GVT

Após votação, Jean-Bernard Lévy foi escolhido para a função. Enquanto o presidente da GVT, Amos Genish, continua na vice-presidência do Conselho.

Publicado: 10/05/2026 às 07:35
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Presidente da Vivendi assume Conselho de Administração da GVT
Construção civil — Foto: Reprodução

Pouco mais de um mês após o grupo francês Vivendi anunciar a aquisição da GVT, a companhia divulga a eleição dos membros do Conselho de Administração da operadora brasileira.

Após uma votação realizada por teleconferência, na última segunda-feira (28/12), foi definido que o atual presidente do grupo de entretenimento da Vivendi, Jean-Bernard Lévy, assume a presidência do Conselho de Administração da GVT. Enquanto o atual CEO da operadora de telefonia fixa e de banda larga brasileira, Amos Genish, se mantém na posição de vice-presidente do Conselho.

O atual Conselho de Administração da GVT foi constituído em Assembléia Geral Extraordinária, realizada em Curitiba (PR), no dia 10 de dezembro. Na ocasião, o presidente do Conselho, Shaul Shani, foi destituído do grupo, junto com outros quatro nomes: Ron Zuckerman, Zvi Limon, Jean-Manuel Rozan e Avraham Fischer.

Ainda durante a Assembléia do início de dezembro, foram incorporados ao Conselho, além Genish, Régis Turrini, vice-presidente executivo sênior de estratégia e desenvolvimento da Vivendi, Philippe Capron, executivo chefe de finanças da Vivendi, e Caroline le Masne de Chermont, advogada do grupo. O conselheiro independente, Boris Przechacki, foi mantido no Conselho.

Expansão em 2010

Também no comunicado oficial sobre a eleição do novo Conselho, a empresa afirma que, em 2010, a GVT deve iniciar operações em cidades da região Nordeste e Sudeste, como parte de um plano de investimentos de 850 milhões de reais previstos para o próximo ano.

Quanto aos desdobramentos da compra da GVT pela Vivendi, na última semana, o Ministério Público Federal do Rio de Janeiro (MPF/RJ) abriu investigação para apurar detalhes da negociação. A suspeita do MPF/RJ é que a compra possa ter infringido normas da lei brasileira e prejudicado acionistas minoritários da GVT.

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