A demanda por programadores segue alta no Brasil, com diversas pesquisas corroborando esse fato. Segundo levantamento encomendado pela Gi Group Holding, com a universidade italiana Politecnico di Milano e a INTWIG Data Management, 43,7% das empresas brasileiras dizem ter dificuldades para encontrar trabalhadores com qualificações digitais avançadas. Às vésperas do Dia do Programador, celebrado no […]
A demanda por programadores segue alta no Brasil, com diversas pesquisas corroborando esse fato. Segundo levantamento encomendado pela Gi Group Holding, com a universidade italiana Politecnico di Milano e a INTWIG Data Management, 43,7% das empresas brasileiras dizem ter dificuldades para encontrar trabalhadores com qualificações digitais avançadas.
Às vésperas do Dia do Programador, celebrado no próximo sábado (13), a Ctrl+Play, escola especializada em robótica e programação para crianças e adolescentes, diz que formar programadores pode começar cedo, com o desenvolvimento de competências que vão além da capacidade de escrever códigos.
Leia mais: Microsoft exigirá três dias de trabalho presencial por semana
“A programação é a alfabetização do século XXI. Aprender a programar é muito mais do que escrever códigos. É desenvolver autonomia, pensamento crítico e criatividade para resolver problemas reais”, diz em comunicado Henrique Nobrega, diretor da Ctrl+Play. “Quando ensinamos isso desde cedo, estamos preparando as crianças para serem protagonistas no futuro da tecnologia, independente das novas ferramentas que podem ser criadas.”
O diretor lista a seguir cinco habilidades e técnicas fundamentais para quem quer se destacar no mundo da programação desde cedo.
Antes mesmo de dominar linguagens de programação, é preciso entender a pensar como um. Resolver problemas, identificar padrões e criar algoritmos simples são passos para que crianças e adolescentes possam aprender usando jogos, desafios e projetos práticos.
Contrariando o estereótipo do programador solitário, o trabalho em equipe é parte essencial do desenvolvimento de software. “Saber explicar ideias, ouvir feedback e colaborar em grupo são competências cada vez mais valorizadas no mercado de tecnologia e nas aulas praticadas na Ctrl+Play”, diz Nobrega.
Nem sempre o código funciona de primeira. Por isso, lidar com erros, persistir e tentar novas soluções desenvolve a “mentalidade de crescimento”. Desde cedo, os alunos podem ser incentivados a ver bugs como oportunidades de aprendizado e prática da resiliência.
Essa habilidade envolve dividir tarefas complexas em etapas, modelar soluções e automatizar processos. “Essa é uma forma de pensar que pode ser aplicada a várias áreas da vida e é a base do ensino de programação”, diz o diretor.
A tecnologia está em constante evolução, e o programador de sucesso é aquele que nunca para de aprender e está sempre aberto a conhecer novidades. É importante estimular a curiosidade natural das crianças e apresentar ferramentas, linguagens e desafios.
Siga o IT Forum no LinkedIn e fique por dentro de todas as notícias!