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deficientes visuais
Programação

Projeto capacitará deficientes visuais como programadores

Mais de sete milhões de pessoas apresentam alguma deficiência visual no Brasil, de acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Deste total, cerca de 580 mil são completamente cegas e mais de 6,5 milhões apresentam baixa visão, seja por consequências congênitas ou adquiridas ao longo da vida. Como parte de um […]

Publicado: 24/04/2026 às 12:11
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deficiente visual
Construção civil — Foto: Reprodução

Mais de sete milhões de pessoas apresentam alguma deficiência visual no Brasil, de acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Deste total, cerca de 580 mil são completamente cegas e mais de 6,5 milhões apresentam baixa visão, seja por consequências congênitas ou adquiridas ao longo da vida.

Como parte de um projeto-piloto desenvolvido em parceria com a Softex, o ministro Paulo Alvim, da Ciência Tecnologia e Inovações, realizou na manhã de hoje (26), uma visita técnica in-loco à Universidade Estadual do Ceará (UECE) para avaliar a capacidade da instituição como parte integrante do programa que pretende, em uma primeira fase, alfabetizar digitalmente 120 deficientes visuais de Fortaleza transformando-os em programadores.

“Setembro é o mês da pessoa com deficiência e, de acordo com a pesquisa nacional de saúde, apenas 1% consegue colocação no mercado de trabalho. Daí a importância de desenvolvermos políticas públicas específicas que possam ajudar a corrigir essa exclusão e, também, garantir a esse enorme contingente de pessoas uma atividade de maior valor agregado em todos os sentidos”, explica Diônes Lima, vice-presidente executivo da Softex.

Segundo um levantamento realizado pelo Observatório Softex, unidade de estudos e pesquisas da entidade, o déficit de profissionais de TI no país deverá superar 408 mil no final deste ano. “O setor de tecnologia pode ajudar a corrigir essa exclusão oferecendo a esse contingente postos de trabalho mais bem remunerados, ajudando a indústria a reduzir esse gap e preenchendo as vagas em aberto para pessoas com deficiência”, complementa Ruben Delgado, presidente da Softex.

Além do MCTI e da Softex, o projeto, com recursos totais da ordem de R$ 3 milhões, conta também com a parceria do Instituto Iracema, que terá a responsabilidade de desenvolver a metodologia e auxiliar na redução dos custos de produção dos teclados, mouses e impressoras a serem utilizados pelos alunos.

Participaram da visita técnica, entre outras autoridades, o ministro Paulo Alvim; Ruben Delgado, presidente da Softex; Diônes Lima, vice-presidente executivo da Softex; Hidelbrando Soares, reitor e vice-reitor da Universidade Estadual do Ceará; Anaxágoras Maia Girão, presidente do Instituto Iracema; e Wally Menezes, reitor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE).

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