ITF Portal - Banner Topo
Slot: /23408374/itf-ad-banner-topo
720x300, 728x90, 728x210, 970x250, 970x90, 1190x250

Projeto do e-commerce do Carrefour levou sete meses

Um dos pré-requisitos na elaboração do e-commerce foi pensar na futura integração com as demais plataformas

Publicado: 10/05/2026 às 23:46
Leitura
3 minutos
Projeto do e-commerce do Carrefour levou sete meses
Construção civil — Foto: Reprodução

ATUALIZADA ÀS 15H16 – Do início ao fim, o projeto de lançamento do comércio eletrônico

do grupo Carrefour Brasil, anunciado nesta segunda-feira (01/03/2010), demorou

apenas setes meses – o desenvolvimento levou cinco meses. Um tempo bastante

apertado em se tratando de uma plataforma para loja virtual. No entanto, a

favor do curto período, a equipe de Ney Santos, diretor de tecnologia e

processos, tinha o aprendizado com a concorrência.

Por ser o último dos grandes grupos presentes no País a

ingressar no mundo virtual, o Carrefour Brasil centralizou seus investimentos

em tecnologias maduras e consolidadas no mercado, além de incorporar as melhores

práticas. Isto sem contar a própria experiência de Santos, que trabalhou por oito anos como CIO do Pão de Açúcar, fazendo, inclusive, parte do

projeto Amelia.com

Para dar conta do recado, a TI focou em soluções tecnológicas

com maior escalabilidade, desempenho comprovado, segurança, que fosse amigável,

ágil para os negócios e que integrasse os processos, alem de adotar um ERP

especializado para e-commerce e fizesse um monitoramente técnico e funcional.

Um dos pré-requisitos na elaboração do e-commerce foi deixar

a plataforma preparada para a futura integração com os demais sistemas do Carrefour.

“O e-commerce operada separadamente, mas já montamos uma camada de integração”,

detalha Santos. Há um ERP especializado e dedicado para comercial, logística e marketing,

mas a parte de retaguarda financeira, por exemplo, é compartilhada, assim como

as soluções para o Banco Carrefour e para a garantia estendida. É uma estratégia

diferente da adotada pela Casas Bahia, que enxerga a loja virtual como mais uma do grupo.

Além desta integração, a solução de comércio eletrônico está

preparada para futuros lançamentos de serviços, mesclando virtual e físico,

como, por exemplo, a compra de um produto online com retirada e/ou pagamento em

loja física. Isto só será possível porque a plataforma de e-commerce está

baseada no conceito de arquitetura orientada a serviços (SOA, na sigla em inglês). 

Dos R$ 50 milhões investidos, a companhia francesa não abre quanto

foi direcionado especificamente à tecnologia da informação. Da TI, um gerente e

três coordenadores trabalharam dedicados ao projeto. O time de Santos não é grande:

são cerca de 60 pessoas, pois internamente não se faz desenvolvimento de

sistemas. “Terceirizamos muito para ficarmos focados nos negócios”, explica o

diretor, que acaba de completar um ano no cargo.

Entre os maiores parceiros do e-commerce estão IBM (integrador, PMO e

hosting), Accurate (desenvolvimento de website e gerenciamento do ambiente), Uniconsult

(ERP), ISS (segurança da informação), Braspag (gateway de pagamento), Clearsale

(prevenção de risco), Linux (sistema operacional), Oracle (banco de dados),

Weblogic (servidor de aplicação), Intel, Cisco (equipamentos de rede) e

CheckPoint (firewall).

As melhores notícias de tecnologia B2B em primeira mão
Acompanhe todas as novidades diretamente na sua caixa de entrada
Imagem do ícone
Notícias
Imagem do ícone
Revistas
Imagem do ícone
Materiais
Imagem do ícone
Eventos
Imagem do ícone
Marketing
Imagem do ícone
Sustentabilidade
Autor
Notícias relacionadas