Novas soluções para antigos problemas. Esta filosofia baliza o trabalho de TI na Racco Cosméticos. No final do ano passado, a companhia trocou seu parque de 120 desktops por thin clients. Na mesma época, a empresa implementou o Dynamics, da Microsoft, como seu principal sistema de gestão. Na época, a justificativa dada para a escolha […]
Novas soluções para antigos problemas. Esta filosofia baliza o trabalho de TI na Racco Cosméticos. No final do ano passado, a companhia trocou seu parque de 120 desktops por thin clients. Na mesma época, a empresa implementou o Dynamics, da Microsoft, como seu principal sistema de gestão.
Na época, a justificativa dada para a escolha do aplicativo – que venceu empresas como Oracle e Datasul na concorrência – foi sua simplicidade e a familiaridade dos usuários com o Windows. O mesmo motivo levou a companhia a adotar, no início deste ano, o PNM (Positivo Network Manager), sistema de monitoramento de redes desenvolvido pela fabricante de hardware.
“Na época tínhamos a necessidade de gerenciar nosso patrimônio físico e de realizar inventários de software e hardware”, lembra Hewerton Elias Martins, gerente de TI da Racco. A escolha pelo aplicativo da Positivo aconteceu depois de uma análise do que havia disponível no mercado. “Escolhemos pela simplicidade. As outras demandavam ciclos de implementação e treinamento de usuários muito longos”, explica Martins.
Ao todo, a companhia investiu 10 mil reais na implementação do PNM, que hoje monitora uma rede composta por 170 máquinas e 30 servidores, além de acompanhar o comportamento dos cerca de 200 usuários, internos e indiretos. “Agora, conseguimos inventariar o patrimônio da empresa e remover ou bloquear programas e acessos indevidos”, diz o executivo.
De acordo com Martins, o PNM facilita o trabalho operacional e organiza as informações para ajudar na tomada de decisões sobre a administração e gerenciamento da infra-estrutura de TI. Outro ponto forte do software é a vinculação das notas fiscais ao inventário de hardware e software, que permite a gestão legalizada do ambiente de TI, fator importante para governança.
Outro ponto destacado é a instalação de novos aplicativos através da distribuição automatizada na rede, que evita o processo individual, realizado em cada máquina. “A disponibilidade do novo software acontece em tempo reduzido, e traz economia, sem gastos extras com colaboradores para execução da instalação individual em cada máquina. O PNM não exige um servidor robusto e a instalação foi realizada em equipamento já existente em nossa rede. Deixamos o programa rodando numa madrugada e quando chegamos no dia seguinte, o aplicativo estava distribuído em todas as máquinas”, conta.