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Robert Redford quer o celular como ‘a quarta tela’ da distribuição de filmes

Fundador do Sundance Institute, que reúne a produção independente de cinema, vê no telefone móvel uma oportunidade que não deve deixar de ser explorada pela indústria.

Publicado: 14/04/2026 às 12:56
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Robert Redford quer o celular como ‘a quarta tela’ da distribuição de filmes
Construção civil — Foto: Reprodução

GSMA2008_selo O ator Robert Redford, fundador e presidente do Sundance Institute, que reúne produções independentes de cinema, acredita que a popularidade do celular mostra que esta é uma mídia que não pode deixar de ser trabalhada pela indústria cinematográfica. Para ele, o celular é ‘a quarta tela’ para a distribuição – depois do cinema, TV e PC -, especialmente das produções de curta-metragem que ainda não conseguiram chegar a grande parte da população.

Redford participou de debate nesta quarta-feira (13/02) sobre entretenimento móvel no Mobile World Congress. Além de diretores e atores de cinema como Redford e Isabella Rossellini, participaram artistas musicais e executivos da indústria fonográfica. Todos reconhecem a importância do celular como mídia que se tornou popular e pode garantir personalização de conteúdos. A questão, no entanto, que ainda precisa ser discutida, é o modelo de negócio de divisão de receita com as operadoras.

O assunto também é polêmico no Brasil, onde um projeto de lei tenta regulamentar a divisão entre operadoras de telefonia e produtores de conteúdo. Parte dos parlamentares concorda que as teles produzam conteúdo, enquanto outros acham que elas só devem distribuí-los. Para Redford, a evolução da tecnologia deve ser usada para ampliar as formas de distribuição de todo o tipo de cultura. No caso de filmes de curta-metragem, por exemplo, “há uma grande oportunidade de distribuição” nos telefones móveis, diz ele.

No ano passado, Redford já participou do Mobile World Congress para sugerir que as duas indústrias se aproximem. Ele assinou parceria com a GSM Association, organizadora do evento, para o projeto Global Short Film Project. “Este ano, podemos dar um passo além para discutir como tornar isso rentável”, afirma o ator americano.

Segundo ele, além de garantir evoluçao para a indústria do entretenimento, a tecnologia também pode “abrir outros caminhos” para que ele chegue a um número cada vez maior de pessoas. “Penso que devemos explorar todas as oportunidades”, avalia ele.

O grande desafio, para Redford, “será manter os padrões de qualidade” também nessa nova mídia de tela reduzida, afirmou.

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Na medida em que conseguem levar banda cada vez mais larga e conexões de mais velocidade em suas redes, as operadoras enxergam no conteúdo multimídia a forma de remunerar os investimentos e garantir a oferta de novos serviços aos seus assinantes. O tema tem tomado boa parte dos painéis do Mobile World Congress, e deve chegar ao Brasil, com a terceira geração de celular.

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