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Segurança e adequação à LGPD são prioridades para 2021, mostra estudo

A segurança da informação e a adequação à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) estão no topo das prioridades para as empresas brasileiras nos próximos 12 meses. Ambas foram citadas respectivamente por 53% e 51% dos executivos entrevistados pela sétima edição do estudo IT Snapshot da Logicalis, divulgado na quarta-feira (11). Em seguida, […]

Publicado: 04/04/2026 às 05:10
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LGPD
Construção civil — Foto: Reprodução

A segurança da informação e a adequação à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) estão no topo das prioridades para as empresas brasileiras nos próximos 12 meses. Ambas foram citadas respectivamente por 53% e 51% dos executivos entrevistados pela sétima edição do estudo IT Snapshot da Logicalis, divulgado na quarta-feira (11).

Em seguida, analytics e Big Data (37%) e migração de aplicação para a nuvem (22%) aparecem na lista de principais gastos para 2021. Apesar do impacto da pandemia nas receitas, a pesquisa indica que as empresas ampliarão os investimentos em TI este ano. Assim, 55% dos executivos que participaram do mapeamento afirmam que o orçamento de TI deste ano será maior do que em 2020.

“Tentamos abranger alguns temas recentes para os executivos brasileiros, como LGPD e ferramentas para minimizar os impactos da COVID-19, e, assim, mostrar uma fotografia ampla da adoção de tecnologia nas empresas do país”, pontuou Yassuki Takano, diretor de consulting services da Logicalis.

Leia mais: Decreto revela membros do Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais

De modo geral, as soluções que viabilizam o trabalho remoto despontaram no ano passado. Aquelas específicas de segurança para trabalho remoto foram adotadas emergencialmente por 25% dos respondentes. Plataformas de videoconferência (22%) e colaboração em nuvem (19%) figuram atrás. Passado um ano e meio de pandemia, a expectativa é que essas soluções seja adotadas agora em ritmo mais lento.

Segurança no foco

Graças à LGPD, que começou a vigorar em outubro do ano passado, e à necessidade de garantir a cibersegurança no modelo de trabalho remoto, o investimento em segurança da informação ganhou o foco dos investimentos.

Para 71% dos entrevistados pelo estudo, as empresas devem garantir a total segurança e privacidade de seus dados, apesar do demanda por mais acessos a informações e agilidade nos processos de TI. Em comparação com os resultados da pesquisa realizada há dois anos, apenas 49% priorizavam o controle em detrimento da maior liberdade no acesso aos dados.

A segurança e privacidade adquirem importância com a LGPD e a corrida pela adequação deve se intensificar, já que apenas 11% das organizações se consideram totalmente aderentes à nova lei, que prevê multas a partir deste mês. Por outro lado, 42% já contam com iniciativas concretas, plano desenhado e projetos dedicados à nova lei.

Na jornada em direção à conformidade com a lei se destacam como principais dificuldades: a adequação dos processos e sistemas para atender às novas regras (24%); mapeamento de processo e dados (14%); e engajamento dos colaboradores (13%).

Quando o assunto é tecnologia, as principais iniciativas de LGPD em curso são: mapeamento do ciclo de vida dos dados (59%); redefinição dos processos de tratamento dos dados que circulam pela empresa (51%); adequação dos websites e portais (47%).

Expectativas

Segundo o estudo, a utilização de data analytics avançou 28% dos últimos dois anos. A perspectiva é que a adoção siga em trajetória de crescimento, já que 12% das organizações afirmaram estar em processo de implementação e 27% dos respondentes que devem adotar essa tecnologia nos próximos meses.

Já a nuvem vem ganhando cada vez mais espaço. Cerca de 24% das empresas migraram infraestrutura e aplicações para a nuvem até fevereiro deste ano, enquanto 28% estavam em estágio avançado e 25% apenas possuíam planos.

Dentre as soluções que já foram migradas para cloud, o destaque fica por conta de soluções de colaboração e de produtividade, com 86% e 78%, respectivamente. Em seguida, infraestrutura (50%) e aplicações em SaaS (47%). Outras aplicações e plataformas, como PaaS e serviços gerenciados apresentam nível de migração abaixo de 40%.

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