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Service Pack x Release – Windows 2003 Server R2

Essa prática não é assim tão nova. A Microsoft já tinha feito algo semelhante no passado. Mas agora por suas declarações é algo que veio para ficar, pelo menos nos produtos da linha de servidores. Mas eu acho que o mercado carece de algumas explicações, por isso a idéia dessa coluna. Service Pack e Release, […]

Publicado: 14/05/2026 às 01:04
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6 minutos
Service Pack x Release  –  Windows 2003 Server R2
Construção civil — Foto: Reprodução

Essa prática não é assim tão nova. A Microsoft já tinha feito algo semelhante no passado. Mas agora por suas declarações é algo que veio para ficar, pelo menos nos produtos da linha de servidores. Mas eu acho que o mercado carece de algumas explicações, por isso a idéia dessa coluna.

Service Pack e Release, qual a diferença? Na verdade começando pela semelhança, nenhuma dessas duas atualizações são versões novas de um produto. Os “service packs” têm como missão principal endereçar alguma correção, corrigir algum defeito, ampliar o escopo de segurança. O tradicional “Windows Update” é seu instrumento básico. Já o “Release”, como a Microsoft vem trabalhando, amplia a funcionalidade de um produto sem ser uma versão verdadeiramente nova. A primeira vez que vi um “release” nesse conceito foi do já extinto Windows 98 que teve após um ano a versão SE (Second Edition). Pensando bem o Windows 95 teve também um release “A” ou “B” se não me engano. Lembro-me bem do caso do Windows 98. Ele vinha com a versão mais nova do Internet Explorer já incorporada e mais alguns benefícios extras.

Por sua vez o anunciado release (agora em português) do Windows 2003 Server R2 está em minha opinião na fronteira de uma nova versão tantas foram as novas funcionalidades inseridas. Sua distribuição se dá em dois CDs. O primeiro é o mesmíssimo Windows 2003 Server já existente mas com o Service Pack 1 já incorporado. O segundo CD, este sim completamente novo, traz essas novidades todas, e que tem suas respectivas instalações como opcionais. Cada empresa, cada servidor, cada caso escolhe as novas funções a instalar conforme suas necessidades.

Segundo a Microsoft o intervalo de 2 anos é o tempo para que um produto ganhe um novo release, seguindo essa política e 4 anos é o ciclo de vida do produto que assim ganhará uma nova versão.

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Entre as alterações uma delas chamou muito minha atenção-

Este interessante recurso serve também para integrar outros ambientes não Microsoft, desde que tenham compatibilidade com AD (Active Directory). Mesmo certos UNIX ou LINUX são contemplados. Cabe aqui um aparte. Em minha opinião a Microsoft mudou um pouco sua postura em relação ao LINUX. Antes era visto com certo respeito técnico, mas também com certo desdém. Hoje em dia, após Windows Server e Linux tomarem parte do mercado que outrora era de UNIX e outras plataformas, Linux é um “player” considerado em suas decisões e posicionamentos. Sem emoção ou fanatismo, com realismo e racionalidade (que deveria ser também a postura dos que defendem Linux frente à plataforma Microsoft).

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Outra área de significativa melhoria é o

Um poderoso e versátil sistema defoi incluído neste “esperto” do release R2. Quem um dia já administrou espaço de discos de usuários em uma rede média ou grande sabe o quanto isso é complicado e difícil. Desde a versão 2000 o Windows Server tem o recurso de “cotas” por usuário. No release R2 o que mudou foi a maior integração com as políticas do Active Directory e principalmente as inúmeros recursos de monitoração e gerenciamento.

Dependendo do usuário ou de seu grupo vários controles podem ser feitos. Desde impedi-lo de gravar na rede arquivos de determinados tipos (como MP3, WAV, ISO etc.) bem como o usuário receber alertas por e-mail na medida que certos níveis de sua cota tenha sido atingida (75%, 90% ou 100%). No caso de cota exaurida nenhum arquivo pode mais ser gravado mas o usuário terá recebido em seu e-mail uma relação de seus arquivos classificados por diversas formas que o ajudarão a realizar a “faxina” necessária : por tamanho (maiores primeiro), por data do último acesso (mais velhos primeiro) e assim por diante. Complementar a estas funções o Windows 2003 Server R2 traz recursos específicos para gerenciamento de SANs, NASs, Storages etc. ajudando a resolver as questões de armazenamento.

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Na área de

Por fim o meu assunto preferido dos últimos tempos, Virtualização , tem lugar de destaque nessa nova plataforma. Junto com o R2 a Microsoft anunciou a nova versão do VIRTUAL SERVER 2005 R2. Quem lê minhas colunas sabe o quanto eu sou fascinado por esta tecnologia e há quanto tempo. Tirando partido das melhorias recém criadas nas plataformas de hardware (processadores e chipsets que prevêem virtualização) e suporte a 64 bits o Virtual Server 2005 R2, que também suporta clusters de Hosts, consolida a tendência do uso desta tecnologia como forma das empresas separarem logicamente seus servidores, unificarem servidores antigos (rodando aplicativos legados) e uso pleno das plataformas mais robustas de hardware disponíveis.

Junto com o Virtual Server a Microsoft anunciou no 2003 Server R2 a nova política de licenciamento de software para uso em ambientes virtualizados. Há uma considerável redução de necessidade de licenças extras neste tipo de plataforma, que viabilizará sobremaneira os projetos de consolidação de servidores (vide figuras abaixo)

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O Windows 2003 Server R2 substitui o Windows 2003 Server existente no varejo. Quem adquirir um 2003 Server hoje receberá o R2. Empresas que têm acordos com a Microsoft de atualização de seu parque de software (licenças corporativas) terão o upgrade disponível sem custo. Quem precisar de um dos recursos novos poderá adquirir a versão R2 no mercado. A propósito este texto não esgota o assunto. Há outras novidades no R2 que não foram citadas.

Essa política de atualizar o produto após dois anos de seu lançamento parece-me interessante, pois ao mesmo tempo atende as novas necessidades fruto da evolução do mercado e aos interesses da Microsoft de oferecer uma plataforma evoluída, retendo e fidelizando seus clientes. Em tempo de guerra mercadológica com outras plataforma de servidor (UNIX e Linux) a Microsoft pretende entregar mais serviço aos clientes. Que os outros fornecedores sejam tão pujantes e pró-ativos assim para que omercado como um todo possa se beneficiar de tão vantajosa competitividade.

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