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Nuvem de dados
Snowflake

Snowflake lança operação no Brasil

Um dos mais reconhecidos nomes do mercado de nuvem de dados, a Snowflake desembarcou oficialmente no mercado brasileiro nesta semana. A operação nacional da empresa é iniciada dois anos após a empresa começar suas atividades no país de forma indireta, através de uma equipe de brasileiros que atendia o mercado local de forma remota. A […]

Publicado: 17/03/2026 às 17:59
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Snowflake
Construção civil — Foto: Reprodução

Um dos mais reconhecidos nomes do mercado de nuvem de dados, a Snowflake desembarcou oficialmente no mercado brasileiro nesta semana. A operação nacional da empresa é iniciada dois anos após a empresa começar suas atividades no país de forma indireta, através de uma equipe de brasileiros que atendia o mercado local de forma remota.

A partir de agora, no entanto, a companhia constitui um time local, com uma estrutura de atendimento direto e localizada, apoiada por parceiros de gerência, revenda e de tecnologia, para alavancar o crescimento. José Nilo Cruz Martins, veterano do mercado de nuvem no Brasil – com passagens pela Google, SAP e IBM, e líder da AWS no país entre 2011 e 2018 –, será responsável pela operação da Snowflake por aqui.

“A partir do IPO, a empresa começou a ter condições de se expandir pelo mundo e investir na abertura de novos escritórios – e o Brasil é um país estratégico para a Snowflake”, disse Martins em entrevista ao IT Forum. Fundada em 2012, a Snowflake abriu seu capital em setembro de 2020, levantando US$ 3,4 bilhões em um dos mais bem-sucedidos IPOs da história.

A principal oferta da companhia é sua Nuvem de Dados Snowflake, uma plataforma única e integrada na qual clientes podem fazer todas as tarefas associadas a dados: data warehouse, data lake, ciência de dados, engenharia de dados e colaboração. “Tudo isso em uma plataforma elástica, escalável e na qual o cliente paga pelo uso”, disse o country manager da companhia no Brasil.

A colaboração, aliás, é o trunfo da companhia. Na nuvem de dados da Snowflake, é possível que clientes estabeleçam acesso de entidades externas aos dados armazenados na plataforma de forma segura, protegida por compliance, e incluindo critérios de visualização definidos pelo gestor. Esse compartilhamento acontece ao vivo, em tempo real e sem a necessidade de se mover ou copiar dados.

“A gente vê um futuro em que várias empresas vão estar colaborando nessa nuvem de dados para fazer a otimização de seus processos através até de seus limites físicos. Nós teremos nuvens de dados de finanças, de varejo, de mídia”, disse Martins. “É essa visão que torna a Snowflake uma empresa interessante no longo prazo”.

Operação local

Com o anúncio do lançamento no Brasil, a Snowflake agora tem escritórios e operações em 24 países. O México foi o primeiro país latinoamericano a receber as operações locais da companhia, desde setembro deste ano.

O movimento também permite a Snowflake ter preços em moeda local – ainda que definidos globalmente, em dólares – além de residência local de dados para clientes com necessidades de compliance. A plataforma da Snowflake também se integra aos principais provedores de nuvem atuantes no país, Amazon Web Services, Google Cloud e Microsoft Azure.

A expectativa da empresa é que a atuação localizada permita a expansão de seus negócios no país, em especial dentro de verticais da indústria com um alto consumo de processamento de dados, como o setor financeiro. Para Martins, no entanto, não há barreiras para a solução da companhia dentro do mercado brasileiro. “Qualquer empresa hoje para mudar precisa decidir, e para decidir você precisa de dados”, disse.

A Snowflake não abre quantos clientes já tem no Brasil. Há alguns casos de uso já públicos, no entanto – incluindo Azul Linhas Aéreas e Petz. Maior malha aérea do Brasil em termos de cidades atendidas, está utilizando a nuvem de dados para orientar a tomada de decisões e o planejamento estratégico, reduzindo “drasticamente” o custo total de propriedade de nossos dados.

“Com a Nuvem de Dados da Snowflake, conseguimos acelerar nosso trabalho de ciência de dados, análises avançadas e Inteligência Artificial, o que nos permitiu descobrir insights ocultos nos dados da Azul”, disse Fabiel Vidal dos Santos, coordenador do departamento de engenharia de dados e visualização de dados da Azul.

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