Ação afirma que companhia falhou ao proteger informações pessoais e números de cartão de crédito de mais de 77 milhões de usuários
A Sony enfrenta uma condenação pública enquanto a interrupção da Playstation Network (PSN) entra em seu sétimo dia. Tudo isso é resultado de uma violação da segurança de informações pessoais dos usuários que podem ter expostos os detalhes do cartão de crédito de até 77 milhões de clientes.
Na quarta-feira (27/04), Kristopher Johns, de Birmingham, nos Estados Unidos, moveu a ação de primeira classe em benefício dos usuários de PSN. O processo alega que a Sony “falhou ao encriptar os dados e estabelecer proteções adequada para lidar com a contingência de invasão ao servidor, falhou ao promover avisos adequados de brechas de segurança e sem uma razão aparente se atrasou ao trazer o serviço PSN online novamente.” A moção ainda acusa a empresa de violar as normas de segurança da Indústria de Pagamento de Cartões (PCI para a sigla em inglês), que proíbe as companhias de armazenar os dados dos donos de cartões de crédito.
A Sony desligou o PSN e o serviço de música Qriocity na sexta-feira (22/04) três dias após a descoberta de uma “invasão externa”, segundo o blog do diretor sênior de comunicações corporativas e redes sociais da Sony, Patrick Seybold. A medida bloqueia os usuários de jogarem online assim como acessar múltiplos serviços. Na época, Seybold afirmou que a companhia iria tentar resolver o problema o mais rápido possível
Até terça-feira (25/04), a empresa afirmou que o problema no PSN continuava e que a situação era pior do que a imaginada inicialmente. O departamento de investigação forense da Sony descobriu que um hacker comprometeu as informações pessoais de mais de 77 milhões de usuários da ferramenta.
(Tradução: Thaís Sabatini)
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