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Startup gaúcha quer formar e contratar mais programadoras

A startup de tecnologia gaúcha Combate à Fraude, com sede em Venâncio Aires, anunciou essa semana a criação de um programa de educação e profissionalização para incentivar mulheres a trabalhar com programação. O GuriasDev, como foi chamado, oferece bolsas de estudo e conteúdo para fomentar a formação de desenvolvedoras. A iniciativa, diz a empresa, é […]

Publicado: 11/03/2026 às 14:20
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Startup gaúcha quer formar e contratar mais programadoras
Construção civil — Foto: Reprodução

A startup de tecnologia gaúcha Combate à Fraude, com sede em Venâncio Aires, anunciou essa semana a criação de um programa de educação e profissionalização para incentivar mulheres a trabalhar com programação. O GuriasDev, como foi chamado, oferece bolsas de estudo e conteúdo para fomentar a formação de desenvolvedoras.

A iniciativa, diz a empresa, é motivada tanto pela escassez de mão de obra qualificada no mercado de tecnologia como pela necessidade de promover equidade de gênero no setor. A primeira etapa do programa, feito em parceria com a edtech Rocketseat, começou em novembro de 2021 e concedeu bolsas a 10 jovens mulheres.

Leia também: 11 cargos de TI em alta para 2022, segundo o PageGroup

O GuriasDev, que prevê uma série de ações de engajamento para mulheres nos próximos anos, foi concebido por uma programadora da empresa gaúcha, Camila Sbrussi. A ideia foi apoiada pela líder de marketing da empresa, Carla Dualib. A ideia foi apoiada pela liderança da startup.

“Quando o assunto é equidade de gênero, a área da TI ainda tem muito a avançar para se tornar um ambiente mais atrativo para mulheres. Esse é um pontapé inicial para algo maior, que é incentivarmos o protagonismo feminino na área tecnológica”, diz Camila.

Contratações futuras

O objetivo da Combate à Fraude no futuro é aproveitar parte da mão de obra qualificada pelo GuriasDev. A meta é ter 20% de mulheres trabalhando na área de engenharia e produto até o final de 2022 – atualmente são 52 profissionais, a maioria homens.

“Queremos incentivar mais jovens mulheres a ingressarem no mercado de TI. Para isso, nada mais justo do que apoiarmos desde o início do processo, ou seja, a formação tecnológica”, diz Leticia Hinterholz, sócia de RH da empresa.

Segundo a executiva, o programa prevê processos de seleção específicos para mulheres. Devem ser abertas aproximadamente 40 oportunidades de trabalho para desenvolvedores esse ano e muitas delas terão como foco o público feminino.

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